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Dicas do Litoral Norte alagoano: Confira o que tem de imperdível!

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Depois de 7 meses trancafiados em casa e após adiar nossas férias algumas vezes, decidimos arriscar uma viagem de férias pelo Nordeste brasileiro, especialmente para o Estado do Alagoas. Meu intuito nesse post é reunir dicas do litoral norte alagoano, no estilo “diário de viagem”, com minhas impressões e dicas de lugares imperdíveis para visitar.

Viajamos depois do feriado de 7 de setembro pra evitar a super lotação característica dos feriados prolongados e encontramos uma Alagoas limpa, tranquila e muito linda. Não conheci muita coisa em Maceió, pois por ser a capital é naturalmente tudo mais cheio e é exatamente o que não queríamos num momento como o atual.

Além das praias alagoanas serem conhecidas por serem paradisíacas, o Estado do Alagoas apresentava, na época de nossa viagem, semanas seguidas de queda no número de casos de Covid-19, o que foi fundamental para escolhermos nosso destino de férias. Foi tudo muito pesquisado, calculado e meticulosamente planejado pra que tudo desse certo. 🙂

Chegamos pelo aeroporto de Maceió, que por ser distante da zona turística vale a pena alugar um carro e retirar no próprio aeroporto. Como não queríamos compartilhar transfers e utilizar serviços similares o aluguel do carro tornou-se indispensável, até porque retornaríamos pelo aeroporto de Recife, onde devolveríamos o carro.

Chegamos em Maceió no início da noite de uma segunda-feira, então não deu pra conhecer muita coisa. Nos hospedamos por uma noite no Hotel Brisa Praia, localizado na Praia de Pajuçara e bem em frente à orla. Achei que o hotel atendeu bem nossas expectativas, especialmente num momento delicado como o que vivemos durante a pandemia. O quarto estava super limpo, todos usavam máscara e havia álcool 70 espalhado por todo o hotel.

Por via das dúvidas carreguei comigo nessa viagem álcool 70 num borrifador, onde limpava os locais por onde encostava rs. Além do borrifador com álcool 70, levei comigo álcool em gel para as mãos e algumas folhas de papel toalha. Limpei quase tudo, na medida do possível e razoável, inclusive dentro do avião (fivela de cintos, encosto para os braços, janela). Deu tudo certo.

Após fazer check-in e deixar as malas saímos pra jantar e caminhar pela orla. Paramos no Imperador dos Camarões, quando tivemos nossa primeira refeição fora de casa depois de tantos meses. Além de ter amado a comida, o atendimento e ter achado o preço super justo, achei o restaurante muito bem preparado pro momento atual, não tendo me sentido insegura em momento nenhum.

Imperador dos Camarões

De lá fomos na Feirinha de artesanato de Pajuçara, que achei ótima e muito tranquila. Encontrei vários produtos interessantes com artesanato local, que é riquíssimo, e outras coisas que são comuns em feirinhas de todo o Nordeste. Achei o preço justo, mesmo tratando-se de um lugar bastante turístico.

Feirinha de artesanato de Pajuçara

Já estávamos cansados, então fomos pro hotel descansar pois no outro dia pegaríamos estrada rumo às Galés de Maragogi, no Litoral Norte.

Tivemos que fazer o passeio às piscinas naturais do Maragogi logo no primeiro dia, por conta da tábua de marés. Verifique sempre a tábua de marés ao agendar uma viagem para o Estado, pois pode ser que não tenha passeio nos dias de sua estadia, o que pode ser bem frustrante. Pra vocês terem ideia, ou eu iria no primeiro dia da viagem ou eu não iria, pois não haveria mais ao longo da semana. Dica: O ideal para os passeios é que a maré esteja até 0,5 (limite do limite rs).

Fizemos o passeio com a Costazul Turismo, indicação da amiga Lily do @apaixonadosporviagens. Iamos fazer um passeio privativo, de lancha, mas já não havia lancha disponível, então o jeito foi fazer o passeio com outras pessoas. O passeio de catamarã custou R$80/pp e partiu do receptivo Casa da Praia Restaurante, em Maragogi. A título de curiosidade, o passeio de lancha privativa custaria R$600 (capacidade para até 6 pessoas). Caso esteja viajando em grupo acho bem mais indicado.

Receptivo em Maragogi: Casa da Praia Restaurante
Casa da Praia Restaurante – Maragogi

Os guias que nos acompanharam no passeio eram muito simpáticos e profissionais e a embarcação estava com a capacidade reduzida, inclusive com sinalização nos assentos pra indicar onde o passageiro poderia sentar ou não. O uso da máscara no trajeto teoricamente era obrigatório, mas o que vimos na realidade não foi bem assim – confesso que reclamei no WhatsApp pra pessoa que me vendeu o passeio. Toda a equipe da embarcação usava máscara o tempo todo, mas não posso dizer o mesmo dos passageiros. Eu não tirei a minha em momento nenhum durante o trajeto e me senti um peixe fora d’água.

Tenha em mente que você esbarrará com pessoas sem noção com frequência numa viagem de férias à praia, que acham que porque estão num ambiente ventilado não precisam usar a máscara.

Passado o estresse do trajeto, finalmente desembarcamos nas piscinas naturais com suas águas cristalinas e peixinhos coloridos. Contratei o serviço de um fotógrafo da embarcação pra tirar fotos aquáticas, pois lamentavelmente minha GoPro havia descarregado e eu não vi (R$60 o serviço).

Ficamos nas piscinas por 1:30, tempo que achei suficiente pra apreciar a beleza do local, tomar bastante banho de mar e ver os peixinhos. Sugiro que levem máscara pra snorkel e sapatilha aquática. De forma alguma pise ou toque nos corais, pra sua segurança e pra segurança dos corais, que muitas vezes são destruídos por turistas inconscientes. Quanto à máscara, é um item indispensável pra ver a vida marinha e eu tenho o meu próprio, pois confesso que tenho um pouco de nojo desses que alugamos por aí, ainda mais em tempos covidianos.

Galés de Maragogi
Galés de Maragogi
Piscinas naturais de Maragogi – AL

De lá retornamos para o receptivo, onde pegamos o carro e rumamos para nosso hotel, no município de Porto de Pedras.

Seguimos viagem pela Rota Ecológica dos Milagres, mais especificamente rumo à Praia do Patacho, distante 123 km da capital e 65 km de onde estávamos. Nos hospedamos na Pousada Samba Pa Ti, hotel pé na areia em uma das praias mais bonitas do litoral. Paz, tranquilidade e sossego definiram nossa estadia nessa pousada.

A pousada só possui acomodações do tipo bangalô, tudo muito exclusivo e privativo, com decoração requintada e de muito bom gosto, a começar pelas amenities Loccitane e sorriso no rosto de todos os funcionários o tempo todo. Achei o atendimento na pousada impecável, com funcionários muito solícitos, discretos e gentis.

Almoçamos no restaurante do hotel logo que chegamos, quando comi um camarão na moranga que estava muito bom. Das vezes que comemos no restaurante achamos um pouco demorado, então recomendo que antecipe o pedido via WhatsApp (foi o que fizemos na chegada, quando nos recepcionaram com água de coco). 🙂

O quarto é bem espaçoso, confortável, super silencioso e com uma vista maravilhosa do jardim – alguns com piscina na varanda, outros com rede – o que pode variar de acordo com a categoria do bangalô escolhido.

Praia do Patacho – AL
Fim de tarde na Praia do Patacho
Pousada Samba pa Ti
Pousada Samba Pa Ti
Bangalôs da Pousada Samba Pa Ti

No dia da chegada ficamos o dia todo curtindo o hotel e a praia de frente, que no dia de nosso check-in estava com muito sargaço – coisa que felizmente melhorou nos dias seguintes. Caminhamos bastante na praia, que estava deserta, lembrando que era uma terça-feira comum.

À noite saímos pra jantar e confesso que não lembro mais a ordem dos restaurantes que conheci, então vou listar aqui os que conheci nessa viagem, todos em São Miguel dos Milagres, e que gostei bastante:

  • Restaurante Milagreiros;
  • Restaurante No Quintal;
  • Vila dos Milagres.

Tentamos jantar nos hotéis vizinhos do hotel onde estávamos, mas por conta da pandemia os restaurantes estavam abertos apenas para hóspedes (assim como o nosso). Em muitas ocasiões optamos por comer no hotel onde estávamos.

A Vila dos Milagres é um local imperdível de conhecer se você está na região, pois une tudo de mais agradável: ambiente ao ar livre, música, comida gostosa, bom atendimento e uma lojinha incrível de moda praia. 🙂 Gostamos muito da vibe desse lugar.

Vila dos Milagres

Nosso segundo dia no Samba Pa Ti também ficamos no Patacho, quando contratamos o serviço junto ao hotel de um jangadeiro para fazer o passeio às Piscinas Naturais do Patacho. Que passeio delicioso! Apenas o funcionário da embarcação, meu marido e eu. Ficamos o tempo que queríamos nas piscinas, que estavam vazias. Lá ficamos algumas horas e então retornamos e pegamos um caiaque, onde remamos um pouco na Praia do Patacho. Depois de um tempo, já cansados, retornamos pra fazer vários nadas além de pegar vento, olhar o mar e tomar piña colada até não querer mais. kkk

Patacho
Praia do Patacho – AL
Praia do Patacho – AL
As belas árvores do Litoral Norte alagoano
Rumo às piscinas naturais do Patacho

Vale ressaltar que esse foi o propósito de nossa viagem: desacelerar, não fazer roteiros mirabolantes, acordar sem despertador e focar na qualidade de lugares visitados, não na quantidade.

No terceiro dia rumamos a São Miguel dos Milagres, que só havíamos visitado à noite. Ficamos no Milagres do Toque Beach Club, na Praia do Toque. O local é um bar e restaurante com uma put* infraestrutura, repleto de espreguiçadeiras, decoração linda e com todo conforto possível pro visitante, além de contar com serviço de praia, claro.

Milagres do Toque Beach Club

Achei a Praia do Toque linda, limpa, com areia branquinha e água cristalina. Lá ficamos muitas boas horas.

São Miguel dos Milagres

Optamos por não almoçar lá, pois estávamos perto do Restaurante No Quintal, um must eat na região. Por sorte havia disponibilidade, o que não é comum pelos relatos que já li, pois trata-se de um restaurante muito procurado e que trabalha com reservas.

Nosso almoço nesse restaurante foi sem dúvidas um dos melhores da viagem, estando tudo perfeito. No local há uma horta, de onde eles colhem os produtos que servem no restaurante, além de oferecerem um atendimento impecável e drinks autorais. Voltaria mil vezes e recomendo.

Restaurante No Quintal: A melhor cocada que já comi na vida!

Ainda era de tarde então fomos conhecer a Praia de Lages, que tem um cenário exuberante de palmeiras ao longo da costa. É a praia vizinha de onde estávamos hospedados e que valeu a pena incluir no roteiro. Nela não vi muito sargaço, exceto em pontos bem específicos. Ficamos lá um tempo e quase no fim da tarde voltamos para o hotel.

O destaque da Praia de Lages fica por conta desse paredão de palmeiras ao longo da costa
Praia de Lages – AL

No dia seguinte (quarto dia de Litoral Norte) mudamos os ares e trocamos de hotel. Eu sempre tive vontade de conhecer o Resort Salinas do Maragogi, hotel que já ganhou como melhor resort do Brasil algumas vezes. Trata-se de uma hospedagem All Inclusive, gigantesca, com uma infraestrutura enorme.

Antes de falar do hotel quero falar um pouquinho do trajeto que fizemos até Maragogi. Pegamos a balsa Porto de Pedras – Japaratinga e encurtamos o percurso Porto de Pedras – Maragogi. A balsa sai praticamente a todo momento e o caminho até Maragogi é espetacular, com vários mirantes pra parar e apreciar a vista, com destaque para o Mirante Aruanã, em Japaratinga. Lindo demais!

Mirante Aruanã – Japaratinga
Mirante Aruanã

Chegando no hotel fiquei com ótima impressão dos cuidados que estavam tendo com a pandemia. O hotel, durante a pandemia, trabalha com a capacidade reduzida, check-in rápido, atividades que geram aglomeração suspensas, buffet do restaurante principal no qual os hóspedes são servidos por um funcionário, obrigatoriedade do uso de máscara por todos – e que todos pareciam seguir à risca, álcool em gel espalhado ao longo do hotel, etc.

Resort Salinas do Maragogi
Paisagem do rio que corta o Resort Salinas do Maragogi

Fiquei no quarto de frente para o mar, que contava com uma varandinha gostosa e que possuía ótimo espaço. Agendamos uma massagem no spa do hotel, onde fizemos no dia seguinte. A massagem é cortesia para os hóspedes e deve ser agendada no início da estadia.

Além do restaurante principal do hotel, há outras opções como: bar da praia, lanchonete da piscina, café, restaurante italiano (mediante reserva) e restaurante nordestino (também mediante reserva). Infelizmente esse último estava fechado para reforma no período de nossa viagem, então não conheci.

O restaurante principal é bem grande, organizado e apesar de possuir um buffet enorme os alimentos eram protegidos por um vidro, além de serem servidos pelos próprios funcionários do hotel. Achei a variedade satisfatória e ao contrário de outros resorts que já conheci achei a qualidade das comidas boas, assim como das sobremesas. Em todas as refeições havia menu kids, massas, algum peixe ou frutos do mar, carne vermelha e boa variedade de saladas.

Buffet do restaurante principal do Salinas do Maragogi em tempos de pandemia
Restaurante principal do Salinas do Maragogi Resort

Os drinks do restaurante principal eram mais limitados, mas havia opções não-alcoólicas além de vinhos, espumantes, cervejas e drinks mais básicos, como caipirinha. A variedade de drinks “de tirar o chapéu” é no bar da praia. Lá servem, além de petiscos, drinks clássicos e autorais.

Curti muito as atrações do próprio hotel e até a praia da frente, que tem mar mais turvo e agitado, mas que era uma paz. Caminhamos rumo ao rio e nos deparamos com belas paisagens.

Caminhando rumo ao rio
Maragogi
O rio que corta o Resort

Ao lado do hotel tem uma feirinha de artesanato que vale a pena conhecer, pois os preços são bons e por ser mais direcionada para os próprios hóspedes do hotel é bem vazia, o que valorizei nesse período de pandemia.

A programação de fim de tarde e especialmente de noite do hotel é bem gostosa, com luau e muita música ao vivo no melhor estilo pé na areia. Tudo muito bem decorado, organizado e com bons artistas. Me diverti muito! 🙂

Fim de tarde nas piscinas do Salinas do Maragogi
Programação noturna do Salinas do Maragogi

No segundo dia de estadia no hotel fomos conhecer a Praia de Antunes, distante uns 15 min de carro. Na ocasião estacionamos o carro na Praia da Barra Grande e caminhamos até a de Antunes. Que praia linda! Vale muito a pena conhecer durante sua visita ao Litoral Norte. Praia de areia branquinha, mar calmo, azul cristalino e muito limpo. Sem dúvidas de toda a viagem foi a praia mais bonita que vi, seguida da Ponta do Mangue, que também compete de igual.

Ao longo da praia há vários fotógrafos oferecendo seus serviços para fotografar em balanços coloridos e estrategicamente bem localizados. Vale muito a pena contratar! É bem baratinho e suas fotos com certeza agradecerão (R$10 o casal).

Minha “base” na Praia de Antunes foi em frente à Anttunina Pousada e Spa, que pareceu bem convidativa e que fica localizada numa área menos cheia da praia. Por lá tomamos muito banho de mar e relaxamos antes de voltar para o hotel.

Mar caribenho na Praia de Antunes
Praia de Antunes
Praia de Antunes
Praia de Antunes
Praia de Antunes
Uma das fotos do fotógrafo da Praia de Antunes
Praia de Antunes

No terceiro dia de estadia no Resort conhecemos a Praia Ponta do Mangue, praia bem ao Norte, que é bem linda. Apesar de muito bonita, achei muito cheia, então acabei não ficando muito tempo. Todas essas praias que citei não tem muita infraestrutura, então recomendo que leve um bom protetor solar, uma canga de praia, um chapéu pra se proteger do sol e pronto. Não espere muito além disso.

Praia Ponta do Mangue

Durante nossa estadia conhecemos também a Praia de Maragogi, assim como as lojinhas de artesanato que tem na orla. Gostei das lojas, mas não da praia. Lotada de barcos, mar turvo e sem a beleza que já estávamos acostumados nos últimos dias. Por esse motivo, não recomendo a hospedagem ali no centrinho.

Fiquei encantada com o Alagoas e passaria pelo menos uns 10 dias viajando pelo litoral Norte. Em relação ao preço, talvez por eu ter ficado em hotéis carinhos, não achei um destino em conta, tampouco os restaurantes. Em compensação comemos muito bem em toda viagem e nos divertimos muito e com bastante conforto. Era tudo que estávamos precisando depois de tanto tempo em casa, especialmente meu marido, que estava sem férias há quase dois anos e num ritmo de trabalho frenético.

Levarei com saudade a lembrança dessa viagem, que, conforme já dito, não teve como foco a quantidade de lugares a serem visitados, mas sim a qualidade. O tempo que passamos na região daria pra ter conhecido mais coisas, mas não achamos que era o momento ideal para maratonar destinos, até por conta da pandemia, que nos deixou mais afastados de todo mundo e que nos fez evitar contratar passeios justamente por isso.

Retornamos por Recife, onde ainda deu tempo de sobra pra almoçarmos no Bargaço, restaurante maravilhoso de frutos do mar localizado no bairro de Pina. Além do peixe assado recheado, recomendamos a lagosta, que, segundo meu marido, estava perfeita. O trajeto de Maragogi pra Recife se dá em estrada de boa qualidade, sem buracos e com paisagens bonitas pelo caminho.

As belas paisagens do trajeto Maragogi – Recife

Se você tem como destino Maragogi, tanto faz chegar por Recife ou Maceió, a distância é praticamente a mesma, então opte pelos melhores voos.

Na capital pernambucana nos hospedamos em Boa Viagem, no Bugan Recife Hotel by Atlantica, que achei excelente, com ótimo serviço e bom custo-benefício. Passamos o resto do dia no hotel, pois já estávamos cansados, e pedimos serviço de quarto só pra não ter que sair. E assim terminou nossa estadia no Nordeste, região que já chamamos de casa e que sempre nos deixa com vontade de voltar. 🙂

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