Roteiro em Milão

Milão: 2° dia

Continuação…

Depois de tomar aquele café da manhã reforçado no hotel, começamos a batalha do segundo dia. Primeira parada: Duomo, uma das estrelas da cidade. Essa enorme catedral gótica está situada no coração da cidade e tem capacidade para mais de 40 mil pessoas em seu interior. A título de curiosidade, sua construção começou em 1386 e impressiona pela suntuosidade, sendo considerada uma das maiores catedrais góticas do mundo. Seu interior está repleto de gigantes colunas de mármore, pinturas e esculturas. Particularmente, a escultura que mais me chamou atenção foi a de São Bartolomeu, em que aparece carregando sua própria pele sobre os ombros, fazendo alusão ao martírio que sofreu. Curiosidade: No subterrâneo da Igreja está a cripta de São Carlos, em que se conservam seus restos.

IMG_3325

Porta do Duomo

IMG_2262

Detalhes do Duomo

IMG_2266

Duomo de Milão

IMG_2290

Duomo de Milão

IMG_2295

Órgão do Duomo de Milão

IMG_2311

Duomo de Milão

IMG_2304

Cripta de São Carlos

IMG_2316

Mais detalhes da porta do Duomo

IMG_2293

São Bartolomeu

A entrada na Catedral é gratuita, porém se você quiser tirar foto é necessário pagar 2,00€ e pegar uma pulseirinha amarela, que deverá ficar no seu pulso durante toda a permanência na igreja. Falando sério: Se você realmente quer tirar foto, pague os 2,00€ e seja feliz! Vi tanta gente mal educada tirando foto sem a tal pulseira… e sei lá, se existe uma regra galera, vamos cumpri-la, né? 🙂 (ou então não tira foto, ué). desabafo

IMG_2278

Pulseirinha que recebe ao pagar para tirar foto

É possível também subir para admirar Milão do alto do Duomo, e eu aconselho que vá cedo pra não pegar tanta fila. Preço/elevador: 12,00€. Preço/escada: 7,00€. Eu não cheguei a subir, desisti por causa da lentidão da fila.

IMG_2325

Fila…

IMG_2323

E enquanto esperava na fila…

O próximo ponto foi a Galleria Vittorio Emanuelle, que fica bem ao lado do Duomo. Essa bela galeria, construída em 1865, foi um dos primeiros centros comerciais de luxo do mundo. Nela se podem encontrar bons restaurantes e as lojas mais luxuosas do mundo da moda (Gucci, Prada, Louis Vuitton, etc). O seu teto é de vidro e as paredes de mármore. Sem dúvidas uma das mais bonitas que já vi. Ir em Milão e não ir nessa Galleria é inconcebível, pois Milão respira moda e nesse local você pode ver isso realmente. Por incrível que pareça, lá também tem uns “achados possíveis”, como lojas de gravatas 100% seda por um ótimo preço. Se estiver querendo presentear o maridão, é uma boa ideia. 🙂

IMG_2328

Galleria Vittorio Emanuelle

IMG_2339

Galleria Vittorio Emanuelle

 

IMG_3329

Galleria Vittorio Emanuelle

IMG_2343

Não entendeu essa foto aí? Calma, você já vai entender.

IMG_3336

Eu posso explicar essa foto…

Pra quem quer saber que foto de retardada é essa aí de cima eu posso explicar:  Reza a lenda que se você girar o calcanhar direito três vezes nas genitais do touro, é sinônimo de sorte! Então vamos lá!! 🙂

IMG_3335

Gire 3 vezes o calcanhar direito e boa sorte!

A fome estava batendo e nesse dia eu resolvi enfiar o pé totalmente na jaca. Não fui almoçar comida e sim o famoso panzerotti do Luini, uma casa especializada em fazer as pessoas saírem da dieta desde 1888. No local vendem panzerotti (uma espécie de calzone?) e outras guloseimas com diversos recheios: queijo, presunto italiano, tomate seco, etc. Difícil é escolher só um! Não se assuste com a fila que se forma no local, até que anda rápido. E se estiver pretendendo comer sentadinho, esqueça, a casa funciona no esquema pagou, levou. Eu comi ali pela frente mesmo, sem qualquer conforto, mas valeu a pena porque adorei o tal panzerotti! E já que eu estava jacando, tem uma gelateria bem em frente ao Luini que a fila enroooola de tanta gente (Cioccolati Italiani), apesar de demorar bastante pra ser atendida, fiquei por lá. No final achei que não valeu a pena, pois não era tão bom: meu gelato além de não ser tão gostoso não estava na temperatura ideal.

IMG_3341

Fila no Luini

IMG_8641

Opções do Luini

IMG_3339

Chorei vendo essa foto :~

IMG_8648

Muvuca na Cioccolati Italiani

Depois de jacar, segui para deixar meus sogros no ponto do táxi, pois estavam cansados. De lá fui passar pela frente do Teatro alla Scalla, um dos teatros de ópera mais famosos do mundo. Eu estava curiosa para vê-lo por se tratar da inspiração para o Teatro da Paz, em Belém do Pará. E realmente a semelhança é gigantesca! (apesar de achar o de Belém mais bonito por fora). Bem em frente ao Teatro tem um monumento a Leonardo da Vinci, mas quando fui estava sendo restaurado. Curiosidade: Em 1870 o compositor Carlos Gomes estreou o ópera O Guarani neste teatro.

IMG_2367

Teatro alla Scalla

IMG_8667

Eu nem queria ver o monumento mesmo…

Já estava na hora de encontrar a prima do meu marido e fomos atrás dela. Passeamos de bondinho (por que eles são tão lindos?) e seguimos até a Pinacoteca Ambrosiana, um importante museu da cidade. Nele você poderá ver obras de artistas como Leonardo da Vinci, Botticelli, Bramantino, Tiziano e Caravaggio. Recomendo fortemente a visita! Infelizmente quando eu cheguei não podia mais entrar por causa do horário, então tive que me contentar só com o pátio do museu. Endereço: Piazza Pio XI, 2. Preço: 15,00€.

IMG_8681

Fotinho dentro do bonde, como um bom turista

IMG_2409

Pinacoteca Ambrosiana

De lá seguimos para caminhar no bairro de Brera, e de cara caí de amores! Quantas ruelas lindas, românticas, sem tumulto… simplesmente adorei! Nos anos 50 esse bairro era povoado pelos artistas e prostitutas, e atualmente se converteu em um dos metros quadrados mais caros da cidade, repleto de restaurantes, bares e lojinhas. Ah, mas o que mais me encantou não foi isso não, foram as ruas estreitas e as janelinhas das casas cheia de flores. 🙂

IMG_2389

Brera

IMG_2395

Simpático garçom! rs

IMG_2396

Para os mais românticos…

IMG_2403

Não é fofo?

IMG_2405

Una bella ragazza

IMG_2433

Via Monte Napoleone e uma das sedes da Armani em Milão. Reza a lenda que quando Giorgio Armani quer trabalhar, ele trabalha daí (coitadinho, né?)

Depois de caminhar um bocadão pelo bairro de Brera, chegava a hora de tomar um aperitivo milanês. E nada melhor que aproveitar pra conhecer Naviglio, né?  Pegamos o metrô e rumamos para Naviglio, onde encontramos um outro primo do meu marido, que apesar de ter nascido no Brasil, se mudou pra Itália ainda criança e fala português com sotaque italiano (Felipe, se você estiver lendo isso, saiba que eu acho lindo, confesso). Encontramos também um amigo deles italiano, que conseguíamos conversar um pouco se falássemos beeeem devagar. Rumamos para um dos bares/restaurantes do Naviglio para tomar um aperitivo, para os brasileiros mais conhecido como happy hour. Funciona de forma muito semelhante com o Brasil: numa determinada faixa de horário o valor é fixo e você pode comer à vontade, somente a bebida que é controlada, sendo uma para escolher.

IMG_8709

Aperitivo milanês em Naviglio | Só faltou o Felipe na foto 🙁

IMG_8705

Mentira que eu estava bebendo vinho. Peguei a bebida emprestada do primo do meu marido =)

IMG_8724

Pós-trabalho a galera costuma ir pra Naviglio para encontrar os amigos, comer e beber. E não é pouca gente não…

IMG_8737

Naviglio Grande: O canal estava quase vazio…

Navigli foi o principal porto fluvial da Itália no final do século XIX, quando no ano de 1300, o mármore para construir o Duomo navegava sobre ele. Não deixe de percorrer a região entre Naviglio Grande e Naviglio Pavese, onde tem grande concentração de bar e vida noturna. Por lá também têm várias discos, mas não sei discorrer sobre nenhuma porque não fui (me perdoem, eu sou velha). Como chegar: Metrô linha 2 (verde) – Estação Porta Genova.

Gostei muito de Milão e achei dois dias suficientes pra percorrer a cidade sem pressa. E uma das coisas que mais me chamou atenção foi como o cenário da moda e do design respira nessa cidade: homens e mulheres extremamente fashions, lojas de móveis bonitas e modernas, às vezes parecia que eu estava num desfile de moda – e claro que eu não estava participando dele. Milão não é uma cidade limpa, nem cheia de pessoas simpáticas, talvez o fato de eu estar com pessoas que falavam italiano (fluente) ajudou. Uma das coisas que me chamou atenção em Milão foi o fato de muita gente não falar inglês (mas sou brasileira, e no Brasil também não falam, então tudo bem).

IMG_8676

Galleria Vittorio Emanuelle ao fundo

Recomendo atenção redobrada em ambientes muito movimentados, como a Estação Central de trem. Vigiem seus pertences e verifiquem quanto receberam de troco. Não que eu queira assustar, mas deram troco errado pro meu sogro numa cafeteria da Estação Central – por sorte ele percebeu e reclamou na hora (em português mesmo!!). Então, não descuidem pensando que porque estão na Europa estão no paraíso, porque não é bem assim.

E como se locomover em Milão? A melhor opção que encontrei foi comprar o abono de transporte público de 48h ilimitado. Paguei 8,25€ pelo bilhete e pude utilizá-lo tanto no metrô como no bondinho. É super fácil se locomover na cidade, pois sempre tem metrô próximo aos pontos turísticos (e achei o metrô bom!).

E vocês? Já foram a Milão?

Um beijo!

Para ler sobre meu primeiro dia em Milão, clique aqui.

Milão: Uma boa surpresa! – dia 1

Já tinha lido bastante acerca de Milão, para uns foi terrível, para outros “não fedeu, nem cheirou”, outros caíram de amores e outros se decepcionaram. Faço parte do time que leu muito review negativo sobre a cidade mas que no final das contas foi surpreendida! (positivamente). 🙂

Chegamos no Aeroporto de Bérgamo, a 46 km de Milão. Se você viajar pelas companhias low-cost, bem provável que chegue por ele também. Porém, apesar de distante, o transfer entre o aeroporto e o centro de Milão foi extremamente fácil! Comprei antecipadamente o ticket do ônibus no site da Terravision e custou 5€ por pessoa (valores de 2014). Desembarquei na Estação Central (na verdade em frente a ela, numa praça) e andei pra pegar o metrô pra ir para o hotel.

IMG_8494

Ônibus Terravision – Bérgamo/Milão

Após deixar as malas corremos pra rua pra passear. Afinal, tínhamos horário marcado pra ver a famosa obra “A última ceia”, de Leonardo da Vinci. E como foi difícil conseguir ingresso, viu? Se tiver viagem marcada pra Milão e pretender ver a obra, recomendo que garanta o quanto antes sua entrada. O Cenacolo Vinciano funciona somente com hora marcada e tem ingresso bastante limitado. Duração? É permitido ficar no local apenas 15 minutos e não pode tirar foto. Quanto? O ingresso custa 8,00€ e se você for comprar de um atravessador não espere pagar menos de 30,00€. Como comprar? Tentei  arduamente comprar o ingresso pelo site e sempre aparecia que não tinha mais disponibilidade. Sem exageros, todos os dias eu acessava o site pra ver se tinha aparecido alguma vaguinha. Sem sucesso, telefonei para a central de vendas e o telefone só dava ocupado (praticamente impossível falar com alguém!). Faltando apenas duas semanas para a minha viagem, consegui comprar os ingressos pela internet. Milagrosamente apareceram 4 ingressos para o dia que eu chegava em Milão! SORTE!

Dica: O ticket impresso pela internet deve ser trocado pelo ingresso na bilheteria do local, então recomendo que chegue com pelo menos uns 15 minutos de antecedência.

IMG_2147

Ingresso Cenacolo Vinciano

Como a maioria já deve saber, essa obra representa a cena da última ceia de Jesus com os apóstolos, antes de ser preso e crucificado. É um dos maiores e mais estimados bens do mundo da arte. A obra se encontra no convento de Santa Maria delle Grazie e o Duque Ludovico mandou construir para, entre outras coisas, servir de lugar para sepultar seus familiares. Leonardo da Vinci começou a fazer a pintura em 1495 e passou aproximadamente três anos de sua vida se dedicando a ela, que posteriormente foi vítima de agressões ao longo do tempo, como bombardeio aéreo na II Guerra Mundial. Atualmente, apesar de já ter passado por restauração, a obra está visivelmente degradada e continua sendo objeto de estudo e de mistérios acerca de sua interpretação.

Uma curiosidade é que depois de tanto tempo se dedicando à pintura, Leonardo da Vinci não cobrou nem um centavo sequer por fazê-la (tava podendo né maninho?). 

IMG_2156

Santa Maria delle Grazie

IMG_2136

Não é no prédio bonito da foto anterior que vocês vão entrar, é nessa porta aqui de trás, ó.

De lá, fomos caminhar pelas redondezas e encontrei uma gelateria di-vi-na, que pra mim foi a melhor que conheci em Milão. Pra quem vai visitar o Cenacolo Vinciano, recomendo uma passadinha por lá, pois fica próximo. O nome é Shockolat Milano. Peça um de pistache e seja muito feliz! 😀 Endereço: Via Boccaccio Giovanni, 9. Preço: 2,50€ tamanho pequeno.

IMG_8514

Shockolat Milano

IMG_8511

Gelato de Pistache

Segui para almoçar e depois fui conhecer uma igreja bem bonita, porém que infelizmente na época da minha visita estava passando por uma restauração e com um cheiro extremamente forte de tinta. A Igreja de San Maurizio al Monastero Maggiore é uma daquelas igrejas que passa despercebida pelo visitante: Seu exterior é bastante sóbrio, mas seu interior guarda uma beleza imensurável, apesar de pequenina. Suas paredes estão cobertas por maravilhosos afrescos do século XVI, bem conservados. E curiosamente, ela é dividida em duas: a parte da entrada, em que as pessoas assistiam às missas, e a parte interior, onde ficavam as freiras. Endereço: Corso Magenta, 15. Preço: Entrada gratuita.

IMG_8521

Igreja de San Maurizio al Monastero Maggiore

IMG_8523

Igreja de San Maurizio al Monastero Maggiore

A próxima parada foi o Castelo Sforzesco, construído para ser uma fortaleza no século XIV. Posteriormente foi transformado num Palácio Ducal, que seria destruído durante a República Ambrosiana. Depois de muitos anos o local converteu-se em vários museus importantes da cidade, dentre eles os seguintes: Museu de Arte Antiga, Pinacoteca, Museu Egípcio, Museu de Pre-historia, Museu de Artes Decorativas, Museu de Instrumentos Musicais e Museu dos Móveis. Se você não estiver interessado em visitar os museus, recomendo fortemente que vá conhecer pelo menos o pátio central do Castelo, que se encontra aberto ao público de forma gratuita. Se o problema for €, saiba que os ingressos são bem baratos: 3,00€ cada museu. MAS, claro que sempre tem uma brechinha pra não pagar nada e foi o que eu fiz. Grátis: De quarta à domingo das 16:30 às 17:30h.

E em apenas 1h é suficiente pra conhecer algum museu? Pelo menos o museu que fui pôde ser percorrido inteiramente em 1h. O museu escolhido foi o Museu de Arte Antiga, que foi o que mais me interessou. Mesmo tendo ido num horário gratuito, não tinha fila alguma pra entrar. O carro chefe desse museu é a obra Pietà Rondanini, de Michelangelo. Aos que não sabem, essa foi a última escultura feita pelo artista, que não conseguiu concluí-la e que inspira mistérios até hoje, como por exemplo: quem está apoiando quem? Jesus está apoiando Maria ou Maria está apoiando Jesus? Isso só Michelangelo poderia responder. Aos que vão a Milão em 2015, atenção: a obra será remanejada para um outro lugar, para a Expo15, um dos maiores eventos existentes no mundo.

IMG_2175

Castelo Sforzesco

IMG_2166

Castelo Sforzesco

IMG_2200

Castelo Sforzesco

IMG_2188

Museu de Arte Antiga

IMG_2190

La Pietà Rondanini, de Michelangelo

Logo atrás do Castelo está o Parque Sempione, o maior parque público e pulmão de Milão. Caminhei e sentei um pouquinho por ali, pra admirar o verde do local. Mais alguns minutos de caminhada e cheguei ao Arco della Pace, belíssimo arco que começou a ser construído em 1807 para comemorar as vitórias de Napoleão. Porém, com a derrota de Napoleão em Waterloo a construção foi interrompida e retomada em 1826 sob ordens de Francesco I de Austria com um novo objetivo: celebrar a paz europeia de 1815. Com 25 metros de altura e 24 de largura em mármore, o arco é um dos principais símbolos da cidade. Minha opinião: Apesar de ser bem comum na Europa a presença desses arcos, confesso que o de Milão me impressionou pela beleza e pelos ricos detalhes. Vale a pena gastar uns bons minutos apreciando esse monumento.

IMG_2208

Parque Sempione

IMG_8547

Detalhes do Arco della Pace

Nossa jornada turística do primeiro dia acabou por aí, pois nas próximas horas gastaríamos nosso tempo com a família italiana do meu marido que mora lá. Sentamos pra esperá-los bem em frente ao arco, de onde admiramos o pôr-do-sol.

IMG_8557

Arco della Pace

Fomos jantar numa pizzaria napolitana que tem perto do Arco. Aos interessados, comemos na Fratelli la Bufala, local pouco turístico e frequentado pelos locais. A massa não é fina como a pizza romana mas ao mesmo tempo é leve e você não sai de lá com a sensação de que comeu demais. Endereço: Corso Sempione, 30. Ah, não lembro exatamente do preço, mas não é cara não… mesma faixa de preço das outras.

IMG_8568

Fratelli la Bufala

IMG_8573

A turma era bem grande!

De lá fizemos uma bela caminhada noturna até a Piazza del Duomo (3 km). Pra quem busca badalação, a Corso Sempione, nas proximidades do arco, tem um milhão de bares/baladinhas. Separe uma boa roupa porque o negócio não é fraco não!

IMG_8584

Tour de bicicleta noturno. Tem!

Após alguns minutos de caminhada, risada, cansaço, e conversas sendo colocadas em dia, chegamos à Piazza del Duomo, onde a vimos lindamente iluminada e que nos deixou com gostinho de “quero voltar” – pra onde voltaríamos no segundo dia.

IMG_2247

Amanhã tem mais! | Duomo

Um beijo!

Para ler sobre o segundo dia em Milão, clique aqui.