O que fazer em Manaus

5 coisas pra fazer em Manaus

O objetivo do post é sugerir 5 coisas pra fazer em Manaus caso disponha de pouco tempo e abordar algumas curiosidades acerca da cidade.

A capital amazonense fica a 2:50 de voo de Brasília, cidade que faz a maioria das conexões aéreas pro Norte. Com pouco mais de 2 milhões de habitantes e o principal centro financeiro do Norte do país, essa cidade destaca-se pelo ecoturismo que envolve não somente a capital como outras regiões do Estado.

Já fui a Manaus inúmeras vezes pelo fato de ter família lá e pela facilidade de voo vindo de Belém (apesar da facilidade, saibam que são 2h de voo direto, não é nada perto rs). Depois que me mudei do Pará ficou mais difícil ir, mas por sorte consegui achar uma passagem Rio – Manaus com preço bom em pontos e não pensei duas vezes em matar a saudade da família e rever a cidade, que não visitava há mais de 7 anos (e que mudou bastante viu?).

Agora vamos ao que interessa! 🙂

  1. Teatro Amazonas

A construção do famoso Teatro deu-se no final do século XIX, graças ao apogeu socioeconômico da cidade por causa do Ciclo da Borracha. Nessa época Manaus exportava muito e isso possibilitou a criação de projetos ambiciosos, como a construção do teatro, totalmente inspirado nos grandes teatros europeus e o maior símbolo da Belle-Époque.

A cúpula não está aí por acaso. A cortina principal do palco sobe de forma reta, até alcançar a cúpula. Não é dobrada nunca.

A cúpula não está aí por acaso. A cortina principal do palco sobe de forma reta, até alcançar a cúpula. Não é dobrada nunca.

O local funciona não somente como um teatro, mas também como um museu, em que memórias da história são preservadas e a visita guiada retrata muito bem isso. Recomendo que façam a visita com o guia pra aprender um pouco mais sobre os detalhes da construção, as obras de arte existentes, a vida do povo daquela época e também tirar dúvidas, caso existam.

O teto do salão principal é como se estivéssemos embaixo da Torre Eiffel e conta com o busto de Carlos Gomes ao centro

O teto do salão principal é como se estivéssemos embaixo da Torre Eiffel e conta com o busto de Carlos Gomes ao centro

A duração da visita é de aproximadamente 45 minutos, e compreende o salão nobre, a plateia/palco e salão de antiguidades.

Esse belo afresco segue a técnica da perspectiva, em que temos a sensação de que os personagens pintados nos acompanham com o olhar

Esse belo afresco segue a técnica da perspectiva, em que temos a sensação de que os personagens pintados nos acompanham com o olhar

OBS: Eu amo essa pintura. Lembro da primeira vez que a vi, eu era bem criancinha e nunca esqueci. Que bom poder vê-la de novo!

Nessa ocasião fiz a visita guiada pela manhã e à noite fui assistir uma peça da atriz Elisa Lucinda e foi ótimo ver o teatro a todo vapor! Casa cheia, confortável, acústica agradável e temperatura baixa. Recomendo uma roupa mais quentinha pros espetáculos da noite.

Maquete do Teatro Amazonas: Montada na década de 60, conta com mais de 30 mil peças de Lego

Maquete do Teatro Amazonas: Montada na década de 60, conta com mais de 30 mil peças de Lego

Funcionamento: Terça a sábado, das 9h às 14h

Venda de ingressos na bilheteria (Amazonense não paga visitação). Preço normal: R$20.

Onde: Av. Eduardo Ribeiro, 659, Centro.

   2.  Passeio de barco

Fiz um post completo falando desse passeio e sugiro a leitura. 🙂

   3. Comer comida regional

Que o Norte do país tem as comidas mais exóticas e saborosas isso não é mais segredo nem pros grandes chefs de cozinha, que cada vez mais se encantam com os sabores e temperos nortistas. Peixes de água doce, frutas (pra muitos) exóticas, combinações  que soam estranhas… lá tem tudo isso e mais um pouco. 🙂

Como sou paraense, muita coisa é semelhante com a culinária manauara, apesar de breves diferenças. Uma coisa por exemplo que não é comum em Belém mas super comum em Manaus é o sanduíche chamado “x-caboquinho”, à base de queijo coalho e lascas de tucumã (fruta regional). Apesar de eu não gostar dessa fruta, muitas pessoas gostam e o ideal é experimentar!

Em compensação amo peixe de água doce, especialmente os da Amazônia. Pra comer um dos meus preferidos escolhi o Peixe à Delícia do Restaurante Choupana, que além de confortável serve esse pirarucu maravilhoso, extremamente saboroso e no ponto. Esse peixe pode chegar a medir até 3 metros de comprimento e é muito comum na bacia amazônica, especialmente em águas mais calmas. Não sei descrever o sabor, mas é excelente e briga com o Filhote na categoria “meus peixes favoritos”.

Peixe à Delícia (R$108/serve bem 2 pessoas)

Peixe à Delícia (R$108/serve bem 2 pessoas)

Outro pescado que vale a pena destacar é o famoso tambaqui, peixe altamente consumido no Estado e, pelo que presenciei, acho até que o preferido do povo amazonense. Vale a pena experimentar ambos pois certamente um dos dois irá agradá-lo (ou os dois!).

Caso queira comprar frutas regionais, goma de tapioca (sim, a do Norte é um pouco diferente e particularmente acho melhor que a do Nordeste), camarão, artesanato, você encontra tudo isso e mais um bocado no centenário Mercado Adolfo Lisboa, que fica bem em frente ao Porto de Manaus. Vale a pena conhecer esse mercado pra conhecer um pouco da culinária local e também pra apreciar sua beleza, pois trata-se de um mercado muito bonito e reformado.

Mercado Adolfo Lisboa

Mercado Adolfo Lisboa

Além das gostosuras citadas acima, eu não poderia deixar de recomendar o Refrigerante Baré, comercializado no sabor guaraná e muito comum em Manaus. Eu, particularmente, adoro! Disputa com a Coca-Cola no Estado e não é à toa que a Ambev comprou a empresa…rs.

 

Outros restaurantes pra conhecer: Banzeiro (comida regional), Picanha do Adolfo (picanha no bafo), Cachaçaria do Dedé (comida brasileira).

OBS: Na Cachaçaria do Dedé não deixe de pedir a carne de sol, é divina! 🙂

   4. Passear na Ponta Negra

A Ponta Negra é uma praia fluvial que fica no bairro de mesmo nome, considerado o mais nobre da cidade. Apresentações artísticas nacionais são comuns por lá e tem ótima infraestrutura pra pessoas de todas as idades: mirantes para apreciar a paisagem, muitas opções de lugar pra comer, calçadão amplo e bem conservado, anfiteatro, atividades ao ar livre, estacionamento e quiosques com comidas típicas completam o local. O rio da praia em questão é o Rio Negro e é lá que as pessoas se refrescam do calorão que faz em Manaus.

Dica: Vale a pena ir no fim da tarde e apreciar o belo pôr do sol com uma visão bonita da Ponte Rio Negro.

Pôr do sol na Ponta Negra

Pôr do sol na Ponta Negra

Na ocasião comi num lugar chamado Fish Maria, que tem outras unidades na cidade e tem foco na comida regional. Comi uma unha de caranguejo maravilhosa e que vale muito a pena indicar! 🙂

   5. Largo de São Sebastião

Nem só de Teatro vive o Largo de São Sebastião. Diversas programações culturais ao ar livre, segurança, bares, arquitetura preservada, calçadão de pedras que nos remete ao Encontro das Águas, Monumento de Abertura dos Portos, e, claro, a bonita Igreja de São Sebastião, que leva o nome do Largo.

Largo de São Sebastião

Largo de São Sebastião

Inspiração no calçadão de Copacabana? Não! O calçadão do Largo é mais antigo que o da famosa praia carioca.

Inspiração no calçadão de Copacabana? Não! O calçadão do Largo é mais antigo que o da famosa praia carioca.

Essa bonita igreja vale a pena incluir em seu roteiro pela beleza em seu interior, repleta de painéis e vitrais europeus, característicos da época em que foi construída, em 1888. Destaque também para as ricas pinturas que cobrem o teto até o altar e os detalhes que a decoração interior apresenta.

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Vale ressaltar que a igreja possui apenas uma torre, e isso de cara chama atenção de quem olha por fora. Como tudo que é antigo e inusitado inspira explicações, com essa igreja não seria diferente. Porém, a teoria mais aceita é que o terreno oferecia pouca estabilidade e, por esse motivo, os engenheiros da época não quiseram aumentar o peso da construção. Será?

Igreja de São Sebastião

Igreja de São Sebastião

Outro ponto interessante de observar é o Monumento de Abertura dos Portos. Se você prestar atenção, verá que cada caravela representa um continente diferente, representando a abertura comercial para outros países além de Portugal. No topo, a escultura da mulher representa a Amazônia.

Monumento de Abertura dos Portos

Monumento de Abertura dos Portos

OUTRAS INFORMAÇÕES

  • Caso vá pro Largo de São Sebastião de carro, fique atento com a escassez de lugares pra estacionar. Estacionamentos privados estão disponíveis mas não são muito baratos.

  • Por falar em transporte, em Manaus ainda não tem Uber, então as opções disponíveis são táxis, ônibus ou locação de carro.

  • Complementando o item anterior, uma corrida do Aeroporto de Manaus para o bairro da Ponta Negra (onde fiquei) tem valor tabelado e custa R$75. É muito caro tratando-se de poucos km percorridos. Se você “chorar” consegue no mínimo por R$50 no trajeto inverso.

  • Manaus não é uma cidade muito barata pro turismo. Pra falar a verdade quase não vi nada barato lá (a não ser a gasolina).

  • Programe-se direitinho de acordo com a previsão do tempo. As chuvas amazônicas são famosas e super fortes e longas, então agendar um passeio de barco num dia chuvoso é uma péssima ideia, por exemplo.

  • Programe-se também com a temperatura e umidade do local. Em geral a umidade relativa do ar é de 88%, o que faz com que você já saia do chuveiro molhada de suor. A temperatura média anual é de 28°C, mas ao longo do dia facilmente passa dos 30°C. Lembre-se que esse calor associado à alta umidade é um verdadeiro desastre…kkkk. Fui agora em março e a temperatura estava agradável, mas não é bem assim o resto do ano.

  • Previna-se contra os mosquitos durante o passeio de barco. Use e abuse de repelentes, pois pessoas mais alérgicas podem ter problemas caso não se protejam. Durante a pescaria com piranhas, em que ficamos com o barco parado (vide post sobre passeio de barco), apareceram mosquitos de todas as formas, tamanhos, cores e amores… kkk.

  • Se você dispõe de muito tempo na cidade, vale a pena passar um fim de semana em Presidente Figueiredo, a 107 km da capital. Com foco em ecoturismo, a cidade desponta como ótima opção para quem é fã de natureza, trilhas, rafting e muitas cachoeiras – no local tem mais de 100. Já estive na cidade algumas vezes e o ideal é passar pelo menos dois dias pra aproveitar bastante. O município é ligado a Manaus através da BR-174 (que liga também à Boa Vista e também à Venezuela). OBS: A melhor época pra visitar as cachoeiras vai de abril a agosto, período em que estão bem cheias.

 

E vocês? Já foram à capital amazonense?

 

Uma experiência em meio à Selva Amazônica

Sempre tive vontade de escrever aqui no blog sobre essa experiência, que pra muitos brasileiros ainda é uma incógnita. Quando eu era criança sempre visitava Manaus e uma das viagens mais marcantes, apesar da pouca idade, foi a viagem de navio tipo cruzeiro que fiz de Belém a Manaus, com várias paradas bem legais e interessantes.

Passeio de barco em Manaus

Passeio de barco em Manaus

Agora em março tive a oportunidade de voltar à capital amazonense e claro que eu não deixaria de lado esse passeio, que é imperdível pra quem visita a cidade. Conheci os trabalhos da agência Olímpio Carneiro, que tem site com ótima apresentação e atendimento por WhatsApp muito eficiente. Agendei com antecedência e escolhi o passeio Safári Amazônico, que acabei fazendo de maneira incompleta e já já vocês saberão o motivo*.

Olimpio Carneiro

Olimpio Carneiro

O Safári Amazônico abrange as principais atrações da floresta: Encontro das Águas, a Selva, passeio de barco no Rio Negro, interação com botos e animais*, visita a feira de artesanatos flutuante, contato com comunidades ribeirinhas e indígenas e almoço em restaurante flutuante. Custa R$ 180 por pessoa e tem duração aproximada de 8 horas.

*Como fiz o passeio numa segunda-feira, não tive interação com botos, pois é proibido pelo Ibama. Mas aviso de antemão que consegui vê-lo durante o passeio, apesar de não ter conseguido tirar foto. 🙂

A vantagem das lanchas pequenas é conseguir passar por espaços estreitos e "sentir" mais a floresta

A vantagem das lanchas pequenas é conseguir passar por espaços estreitos e “sentir” mais a floresta

Fiz o passeio através de parceria com a agência e fui junto com minha prima em uma lancha com capacidade máxima de aproximadamente 10 pessoas. O barco partiu do Porto de Manaus às 09:00 e demorou mais ou menos 10 minutinhos pra começar a adentrar a Selva. O barulho da natureza, o brilho do rio, que mais parece um espelho sem fim, é impressionante.

Casa bonitinha no meio da selva

Casa bonitinha no meio da selva

O Rio Negro é o mais extenso rio de água negra do mundo, e o segundo maior em volume de água — atrás somente do Amazonas, o qual ajuda a formar. Após navegar um pouquinho no Rio, rumamos à primeira parada, que foi uma pescaria de piranhas, peixe de água doce conhecido por seus dentes afiadíssimos. Confesso que mesmo com os ensinamentos que recebi, não consegui pescar nenhuma kkkk. Elas só pegavam minhas iscas e iam embora me fazendo de besta. Mas minha prima pegou 3 e claro que registrei o momento! 🙂

Pescaria de piranhas

Pescaria de piranhas

Pausa para observar os dentinhos da piranha! Após a pausa colocamos ela no rio novamente.

Pausa para observar os dentinhos da piranha! Após a pausa colocamos ela no rio novamente.

Após muito tempo parada tentando pescar, seguimos rumo à Vitória-Régia. O caminho foi impressionante, pois como estávamos numa embarcação pequena, conseguimos penetrar diversos igapós (floresta inundada) e caminhos estreitos que barcos grandes não conseguiriam. O cenário era de filme, inclusive hollywoodiano, já que Anaconda foi filmado por ali. Não podia deixar de comentar que no caminho avistei dois botos cor de rosa, que vieram rapidamente à superfície e sumiram meio às águas negras.

Rio Negro

Rio Negro

Cada vez mais se infiltrando na selva, chegamos a um restaurante flutuante que tem uma pequena trilha que nos leva para ver a famosa planta aquática Vitória-Régia. Vocês sabiam que dependendo do tamanho ela consegue suportar até 40 kg sem afundar? E que de suas raízes são extraídos um óleo preto que os índios usam para pintar os cabelos? Apenas curiosidades.

Vitória-régia

Vitória-régia

Chegando no lugar onde estavam as plantas nos deparamos com quem? MACACOS! Mas muitos! kkkk. Parecia uma gangue de macacos, gente! Como o caminho era relativamente estreito, confesso que bateu um medinho, pois era macaco de um lado e do outro, além de diversos espalhados pelas árvores. O mais bizarro preciso contar pra vocês, vocês acreditam que um dos macacos meteu a mão na bolsa da minha prima e levou um ímã de geladeira? Meliantes!!! kkk. Depois dessa até guardei meu celular e segurei firme o bastão da Gopro pra não ser assaltada. Ri tanto que a barriga doeu…mas devagarinho conseguimos chegar até a Vitória-Régia. E na volta tivemos que enfrentar as dezenas de macacos novamente.

Como é que passa aí?

Como é que passa aí?

Ilesa, sã e salva!

Ilesa, sã e salva!

Fizemos um break no restaurante flutuante, e, apesar de não ter almoçado lá, saibam que eles servem almoço por um preço fixo de R$35 pra se servir à vontade. O foco da comida é a culinária regional, repleta de muitos peixes como pirarucu e tambaqui, além de sucos naturais de frutas da Amazônia. Objetos de artesanato também estão disponíveis pra compra e vi muita coisa bonita, apesar de bem caras.

Artesanato local

Artesanato local

A próxima parada foi para conhecer amiguinhos como cobra sucuri, jacaré e bicho preguiça kkkk. Não sei de onde tirei coragem, mas consegui segurar o jacaré, que a índia que nos atendeu “amarrou a boca”. Ela estava me incentivando a carregá-lo e disse assim: “ele está meio estressado hoje, já me deu duas lapadas com o rabo” e em seguida pediu pra me entregarem o jacaré…kkkk. Gente, quem me conhece sabe o quanto sou medrosa, e até agora tô me perguntando de onde tirei tal coragem.

Suando frio?

Suando frio?

Já o bicho preguiça não tive medo, apenas um certo receio, pois ele apertou muito o dedo da minha prima ao ponto de ficar vermelho. As garras são grandes e eles gostam de abraçar, e mesmo sem querer podem machucar. É lindo demais gente! Só o cheiro que é forte e pode incomodar olfatos mais sensíveis. Mas estamos falando de uma experiência na selva…quem quiser preguiça cheirosinha compre uma de pelúcia…kkk.

Não é linda?

Não é linda?

Outro animal que presenciei foi uma sucuri, que mede mais ou menos 6 metros na vida adulta, apesar de fatos comprovados de sucuris medindo mais de 10 metros. Além de gigante, é uma cobra super perigosa e que mata suas presas por asfixia, mas que possui veneno. Nem preciso dizer que não cheguei muito perto né…

Não gosto nem de olhar a foto kkkk

Não gosto nem de olhar a foto kkkk

Conversando com a senhora que passeava junto à sucuri, perguntei se não tinha medo de nada, quando fui surpreendida com a resposta: “tenho medo das tempestades”. E dei graças a Deus por não ter chovido durante meu passeio. Achei os ribeirinhos sérios, eu fazia brincadeiras mas não interagiam muito. O piloto do barco sugeriu que deixássemos gorjeta pela visita ao local, pois, segundo ele, vivem disso. Ela não cobrou nada e nem citou valores, mas deixei R$10.

E então fomos rumo ao Encontro das Águas: encontro do Rio Negro com Solimões, de água barrenta. O fenômeno pode ser visto por uma extensão de mais ou menos 6 km do rio e é sem dúvidas um dos principais pontos a serem visitados em Manaus. É impressionante como se encontram sem se misturar, como óleo e água. Como o tempo estava muito nublado, afetou a visibilidade, mas ainda assim consegui ver e ainda pude colocar a mão na água pra sentir a diferença de temperatura, que é super perceptível, sendo o Solimões bem mais frio.

Chegando no Encontro das Águas

Chegando no Encontro das Águas

O mau tempo atrapalha a visibilidade :(

O mau tempo atrapalha a visibilidade 🙁

E então seguimos pro píer, pois o passeio chegara ao fim. O desembarque é feito no Porto de Manaus, em frente ao Mercado Adolfo Lisboa, que é ótimo pra fazer comprinhas de produtos regionais pra levar pra casa.

Mercado Adolfo Lisboa

Mercado Adolfo Lisboa

Algumas informações e dicas:

  • O Olimpio Carneiro faz vários passeios de barco em Manaus e  região, entre eles: Encontro das Águas, Mergulho com Botos e Ritual Indígena, Presidente Figueiredo (já fui e indico muuuuito!), visita à Vila Paraíso/Museu do Seringal, Focagem de Jacaré, City Tour, etc.
  • Todas as lanchas são cobertas, possuem coletes novos, pilotos credenciados, água mineral disponível e todos os itens de segurança;
  • Sugiro que passe repelente e leve consigo, pois a quantidade de mosquitos a cada parada do barco é enorme (assim como o tamanho dos mosquitos!!!). Enquanto o barco está em movimento é super tranquilo, mas quando paramos pra pescar sentimos bastante;
  • Não esqueça de levar protetor solar, pois mesmo com tempo nublado estamos expostos frequentemente ao sol. Eu, por exemplo, fiquei inúmeras vezes na proa da embarcação pra poder enxergar melhor e curtir o “barulho” da natureza.
  • A agência está muito bem avaliada no Trip Advisor e aparece com cinco estrelinhas de avaliação.

Valeu!

Valeu!

Olímpio Carneiro

Telefones: (92) 3071-3158 – (92) 99213-0561 e (92) 98176-9555.

Falar com Carneiro ou Socorro.

OBS: O passeio foi uma cortesia para o blog, porém reflete inteiramente minha experiência pessoal.