Cataratas do Iguaçu

Foz do Iguaçu com CCHTOUR

Se tem um lugar que eu sempre tive muita vontade de ir, esse lugar era Foz do Iguaçu. Lembro sempre da minha mãe falando: “lembro do barulho das cataratas como se fosse ontem” – e um intervalo de 20 anos separaria a minha ida com a dela.  A natureza fez sua parte e continuou bela. Planejei essa viagem com uns 4 meses de antecedência e escolhemos o feriadão de Corpus Christi para ir, pois teríamos 4 dias pra aproveitar. 🙂

Emiti minha passagem de ida com a Tam (6 mil pontos) e a de volta com a Azul (21 mil pontos – fortuna!). Fui pelo aeroporto do Galeão, que tem voos diretos pra Foz, e na volta optei por uma conexão pra voltar por Santos Dumont. Apesar de encontrar muita informação na internet, fiquei com bastante dúvida na hora do planejamento da viagem em relação à hospedagem. Deveria ficar no centro da cidade? Próximo às Cataratas? Onde?

Minha escolha não poderia ter sido mais certeira: San Juan Eco Hotel: 4 estrelas no TripAdvisor, quartos grandes, limpos, boa infraestrutura de lazer, atendentes cordiais e bom café da manhã. Além disso, fica a apenas 5 minutos de carro do aeroporto, 5 minutos das Cataratas e Parque das Aves, ponto de ônibus na porta e ainda com uma agência dentro do próprio hotel.

San Juan Eco Hotel Foz do Iguaçu

San Juan Eco Hotel Foz do Iguaçu

Como fui em época junina, além da decoração bonitinha ofereceram no hall algumas comidas típicas de festa junina aos hóspedes (canjica, pinhão, paçoca, pipoca, quentão, etc)… achei bem legal e criativo!

Fizemos quase todos os passeios com a CCHTour: Cataratas Brasileira, Argentina, Parque das Aves, Tour de compras em Ciudad Del Este, Cassino de Puerto Iguazu, etc. Logo ao desembarcar no aeroporto fui recebida pelo Pedro, que estava com uma plaquinha me esperando e que muito nos acompanharia durante nossa estadia. 🙂

Transfer com a CCHTour

Transfer com a CCHTour

Eles fazem excursões diárias e pré-programadas e notei uma certo carinho familiar no atendimento, em que adaptavam os passeios de acordo com a vontade dos clientes, não sendo portanto uma agência estilo robô, em que tudo é programado e seguido rigidamente conforme a programação.

DIA 01

Chegamos na quinta-feira no final da manhã, fizemos check-in e partimos pras Cataratas Brasileiras, em que nos deixaram e combinaram um horário para nos buscarem no Parque das Aves, que fica bem em frente.

Compramos os ingressos diretamente na bilheteria das Cataratas (R$37) e gastamos mais ou menos 3h no passeio. Como não tínhamos almoçado, pegamos o ônibus interno na Estação Centro de Visitantes e seguimos direto até a Estação Porto Canoas, onde tem um restaurante de mesmo nome e uma lanchonete. Como era feriado, estava lotado demais e não encaramos a fila do restaurante, optamos por lanchar um sanduíche e a escolha não foi das melhores: demoramos aproximadamente 40 minutos desde o momento do pedido até a retirada dos lanches e o preço foi super salgado, mais ou menos R$40 num combo de hambúrguer, batata e suco – e o sabor não era dos melhores.

Caso tenha fila na bilheteria, basta comprar o bilhete nas máquinas de autoatendimento

Caso tenha fila na bilheteria, basta comprar o bilhete nas máquinas de autoatendimento

Já com as energias recarregadas começamos de fato o passeio, e fomos rumo às Cataratas. Não é necessário andar muito para chegar até elas e em poucos minutos já temos o impacto magnífico do que é estar diante disso:

Cataratas do Iguaçu

Cataratas do Iguaçu

Já tinha visto algumas cachoeiras na vida, mas nada comparado ao que vi ali. Confesso que fiquei até emocionada e muito feliz diante daquilo, pois é tão grandioso, tão belo e natural, que não tem como não ficar embasbacada e com sentimento de gratidão. A harmonia do barulho ensurdecedor, o arco-íris que se formava, a paisagem que se completava deixou tudo espetacular!

Cataratas do Iguaçu - lado brasileiro

Cataratas do Iguaçu – lado brasileiro

Cataratas do Iguaçu - lado brasileiro

Cataratas do Iguaçu – lado brasileiro

As Cataratas são formadas pelo Rio Iguaçu, que significa “água grande” em tupi-guarani e tem aproximadamente 275 quedas d’água, sendo que em alguns meses tem volume maior e menor de água (outubro e abril, respectivamente).

Ao se aproximar das Cataratas é bem comum uma garoa leve e capa de chuva é acessório indispensável (principalmente para quem leva eletrônicos). Nos molhamos muito nesse passeio e um calçado antiderrapante e que seque rápido também é essencial (meu marido usou uma bota resistente à água e eu uma Crocs). Na loja dentro do Parque vende capa de chuva por R$7 e é  bem vagabundinha, pra usar apenas uma vez mesmo.

Zero glamour, total felicidade!

Zero glamour, total felicidade!

Há a opção de fazer o passeio de Macuco Safari, um passeio de barco com muita emoção e que promete molhar muito os passageiros. Eu não fiz, mas imagino que deve ser muito legal, principalmente nos meses mais quentes, em que a água gelada não incomodará tanto rsrs.

Atualmente o Parque Nacional do Iguaçu é o segundo local mais visitado por estrangeiros no Brasil e as Cataratas foram escolhidas como uma das sete maravilhas naturais do mundo, organizada pela Fundação New 7 Wonders. Dizem até que Eleanor Roosevelt (1884-1962), primeira-dama norte-americana, exclamou “Poor Niagara!” (Pobre Niágara!) ao visitar essa preciosidade.

Marido modelando!

Marido modelando!

Na volta pegamos o ônibus interno na Parada Trilha das Cataratas, dentro do Parque e em frente ao hotel mais luxuoso da cidade, Belmond Cataratas. Para chegar até o hotel fomos seguindo uma trilha de nível leve e que vez ou outra nos propiciava uma vista das Cataratas de outro ângulo.

Os diversos ângulos das Cataratas do Iguaçu

Os diversos ângulos das Cataratas do Iguaçu

Algo que vale a pena alertá-los é sobre a presença de quatis por todo o Parque (principalmente na área do restaurante) e saibam de antemão que não é permitido dar comida para eles. Apesar de parecerem super bonitinhos e fofos, eles são animais selvagens e qualquer bobeira que você der com seu alimento, eles vão atacar e podem subir na sua mesa, etc. Eles têm os dentes afiados e podem morder – além do ferimento, há o risco de doenças que são transmitidas por eles, inclusive raiva.

Os motivos pelos quais não devemos alimentar os quatis

Os motivos pelos quais não devemos alimentar os quatis

Como era nosso primeiro dia e a empolgação estava a mil, emendamos o passeio para o Parque das Aves (R$40), centro reconhecido de recuperação e conservação de aves, que fica bem em frente a entrada do Parque Nacional do Iguaçu. Achei o passeio imperdível para todas as idades, e além de interessante achei super organizado e bem cuidado.

Curiosamente lá está o maior viveiro do mundo especializado em araras e 50% das aves foram resgatadas vítimas de maus tratos ou de tráfico de animais. É um trabalho muito bonito que começou em 1993 com a chegada de dois estrangeiros que se dedicaram muito para que o projeto desse certo e que não conta com ajuda do governo, sendo uma instituição totalmente privada.

Viveiro de araras - Parque das Aves

Viveiro de araras – Parque das Aves

Além disso, eles têm dois outros passeios pelos bastidores: Forest Experience e Backstage Experience. O Forest Experience acontece apenas 2x na semana e é uma experiência com os índios Guaranis, em que está presente a dança, a comida e o ritual do tabaco, que são as primeiras coisas que eles fazem com os visitantes. É uma imersão à cultura guarani acompanhada de um jantar tradicional compartilhado com eles. Demais né?

O Backstage Experience acontece diariamente em horários pré-definidos e permite aos visitantes ter um contato mais próximo com os animais, possibilita alimentá-los e ter a oportunidade de entender um pouco mais sobre a conservação e o programa de resgate das aves.

O viveiro de araras é espetacular e elas voam livremente sobre nossas cabeças rsrs. Por mais tentador que seja, não é permitido tocá-las, pois podem bicar. Segure a ansiedade, pois na reta final do passeio é possível tirar fotos com araras mansas. Pena que no horário que fui (fim do dia) elas já estavam sendo recolhidas para descansar e não pude tirar foto com elas… buáááá.

Parque das Aves - Foz do Iguaçu

Parque das Aves – Foz do Iguaçu

Parque das Aves - Foz do Iguaçu

Parque das Aves – Foz do Iguaçu

O primeiro dia de passeios chegara ao fim e com direito a um pôr do sol deslumbrante no retorno para o hotel. Segundo João, da CCHTour, um dos melhores lugares para apreciar o fim de tarde é no Marco das 3 Fronteiras, atração que só conheci no quarto dia de viagem.

Pôr do sol em Foz do Iguaçu

Pôr do sol em Foz do Iguaçu

Descansamos um pouquinho no hotel e saímos pra jantar na Cantina 4 Sorelle, em que servem rodízio de massas. A dica foi do Alex da CCHTour e foi uma dica ótima! Gasta-se uma média de R$70 por pessoa para jantar bem e eles fazem transfer para os hotéis da cidade sem custo adicional. Com os pés cansados e a barriga cheia, chegava ao fim o primeiro dia dessa viagem que começava com tudo! 🙂

DIA 02

O segundo dia foi destinado a visitar as fronteiras, como Ciudad Del Este (Paraguay) e Puerto Iguazu (Argentina).

Dediquei um post exclusivo sobre o Tour de Compras em Ciudad Del Este que fiz com a CCHTour porque tenho muita coisa pra contar e esse post ficaria gigante! Dediquei também outro post para Puerto Iguazu, na Argentina, que faz fronteira com Foz. Apesar de pequenina, a cidade tem bastante coisa pra fazer e tenho muitas dicas pra dar. 🙂

Atrações vistas no dia 02:

  • Tour de compras em Ciudad del Este
  • Cassino de Puerto Iguazu
  • Marco das 3 Fronteiras (lado argentino)
  • Jantar no Restaurante El Quincho Del Tío Querido
  • Feirinha de Puerto Iguazu

DIA 03

O primeiro passeio do terceiro dia foi dedicado às Cataratas Argentinas, imperdível para quem visita a região. Como dito anteriormente, dediquei um post exclusivo sobre Puerto Iguazu e incluirei os detalhes de minha visita ao lado argentino. Posso adiantar que passei mais ou menos 5h dentro do Parque e de lá fui direto para o Duty Free.

Do Duty Free ainda arranjei disposição para ir para outro lugar: Capitão Bar, no centro de Foz. Barzinho animado com bom atendimento, bom preço e boa comida. Jantamos uma picanha muito saborosa e gastamos em média R$50 por pessoa. Acabamos comendo demais, pois a picanha que pedimos dava tranquilamente pra três…rsrs.

Atrações vistas no dia 03:

  • Cataratas argentinas
  • Duty Free Argentina

DIA 04

Como era o último dia e estávamos bem cansados, fizemos os passeios por conta própria, não com a agência. Acordamos mais tarde, tomamos café com calma e arrumamos as malas pra fazer check-out. Guardamos as malas no bagageiro do hotel e fomos pro centro da cidade de ônibus (número 120 – sentido centro), rumo ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), pra pegar outro ônibus pra seguir pro Templo Budista. Só que não.

Terminal de Transporte de Foz de Iguaçu: Ao trocar de ônibus dentro do terminal não é necessário pagar outra passagem

Terminal de Transporte de Foz de Iguaçu: Ao trocar de ônibus dentro do terminal não é necessário pagar outra passagem

Chegando no TTU acabamos pegando o ônibus no sentido errado e em vez de ir para o norte da cidade, fomos para o sul kkk. O ônibus correto é o de número 103, e pergunte antes para o motorista em qual sentido está indo, se norte ou sul. Caso seja para o Norte, estará indo para o Templo Budista, sentido Sul chegará no Marco das 3 Fronteiras, outro passeio agradável de ser feito. Errando pra vocês não erraram.

Nos demos conta disso muitos minutos depois, então acabamos permanecendo no ônibus para seguir para o Marco. O ônibus passa de 40 em 40 minutos e é bem pontual, então calcule sua permanência na atração turística com base nisso pra não perder muito tempo esperando o transporte.

Marco das 3 Fronteiras: A fachada é entrada da vila cenográfica das missões jesuíticas

Marco das 3 Fronteiras: A fachada é entrada da vila cenográfica das missões jesuíticas

Como eu já havia visitado o Marco das 3 fronteiras do lado argentino, inevitavelmente comparei ambas atrações e achei a o lado brasileiro bem mais atrativo para o turista. Porém, ao contrário do lado argentino, trata-se de uma atração paga (R$18). Há um memorial interno dedicado ao descobridor das Cataratas, uma vista bonita da margem do Rio Iguaçu, fronteira com a Argentina, e do Rio Paraná, fronteira do Brasil com o Paraguai. Há também o Restaurante Cabeza de Vaca (aberto de 16h às 23h) e de terça a domingo, sempre às 19:30 há um show cultural envolvendo luzes, águas e danças típicas das regiões fronteiriças.

Se eu pudesse, teria ido no fim da tarde para contemplar o pôr do sol: pessoas da cidade dizem que é o melhor pôr do sol de Foz. Já aproveitaria o horário e aguardaria o show cultural começar. No período da manhã não recomendo a visita, pois não há muito o que fazer (tanto que 40 minutos foi mais que suficiente para minha permanência no local).

Marco das 3 Fronteiras

Marco das 3 Fronteiras

Argentina à esquerda - Paraguai à direita

Argentina à esquerda – Paraguai à direita

Marco das 3 Fronteiras

Marco das 3 Fronteiras

De lá embarcamos no mesmo ônibus 103, exatamente no mesmo ponto de desembarque, rumo ao Templo Budista. Gente, errei para que vocês não errem, é de fato muito longe e praticamente atravessei a cidade de Sul a Norte. Como era meu último dia e eu já não tinha mais tantas coisas pra ver, resolvi encarar os cronometrados 57 minutos de ônibus de um local ao outro (sem trânsito).

Chegando no templo já temos um impacto. Em meio a tantas estátuas minuciosamente alinhadas, a mais imponente é a de Mi La Pu-san (Buda sentado), que mede 7 metros de altura e fica de costas para o templo.

Buda sorridente logo na entrada (Mi La Pu-San)

Buda sorridente logo na entrada (Mi La Pu-San)

OBS: Não é recomendável a ida de ônibus para quem tem dificuldade de locomoção, pois o ponto não é exatamente na frente do Templo. É necessário uns 5 minutos de caminhada com ladeira no percurso. Sugiro a contratação de transfer.

A entrada no Templo Budista é gratuita e de fato não foi projetado inicialmente para ser um ponto turístico, e sim um santuário budista construído pelas comunidades chinesas da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. O templo existe desde 1996 e é o segundo maior da América Latina, sendo um ótimo lugar para visitar, pois foge do comum e nos aproxima de uma cultura que não estamos familiarizados. Existem mais de 120 estátuas no local, cada uma com seu significado, e curiosamente cada uma foi doada por alguém que obteve alguma graça alcançada por meio da religião. 🙂

Templo Budista de Foz do Iguaçu

Templo Budista de Foz do Iguaçu

Buda Sakyamuni

Buda Sakyamuni

Templo Budista

Templo Budista

Atenção: Não é permitido fotografar dentro da Casa dos Mestres (templo principal).

Atenção: Não é permitido fotografar dentro da Casa dos Mestres (templo principal).

Templo Budista

Templo Budista

É recomendável que aproveite a ida ao Templo Budista para combinar uma visita à Usina de Itaipu, caso deseje, pois apenas 5km separam uma atração da outra. Itaipu é a maior hidrelétrica do mundo e eles tem uma infraestrutura bem desenhada para receber o turista, oferecendo várias opções de passeios (circuito especial, visita panorâmica, etc). Apesar de meu marido ser engenheiro, ele não quis fazer esse passeio e como eu tinha outras coisas pra ver, acabamos não indo. Quem sabe na próxima vez?

Depois de visitar essa última atração nosso tempo já havia se esgotado, então fomos almoçar e seguimos para o hotel para pegar as malas e rumar para o aeroporto com a CCHTour, que já estava nos esperando. Como era feriadão, o aeroporto estava lotado. Sugiro que cheguem pelo menos 2h antes do voo pois todos os passageiros passam pela fila da Receita Federal para que os agentes chequem as bagagens no raio-x, antes mesmo de despachá-las.

Adorei Foz do Iguaçu e me surpreendeu positivamente, principalmente por ter mais coisas pra ver além das Cataratas – que sozinhas já valem a viagem. Achei as pessoas super solícitas, cidade limpa e tranquila (andei de transporte público diversas vezes e em momento algum me senti insegura), preços razoáveis e muitas opções do que fazer.

A duração da minha estadia achei ideal, pois não fizemos nada correndo ao ponto de não curtir, deu tempo de ver quase tudo que queríamos (com exceção da Mesquita Muçulmana, que não abre aos domingos – quando sobrou tempo).

Assim como a duração, o clima também estava ideal para curtir todos os passeios – temperatura oscilando entre 24 graus na máxima do dia a 17 graus na mínima – de manhã e à noitinha. Vale lembrar que fomos em junho quase começando o inverno. Logo que retornei de viagem olhei a temperatura e estava 5 graus, então o negócio por lá é meio instável… rsrs. Sugiro que acompanhe a previsão do tempo e leve sempre uma roupa mais quente para não ter surpresas.

Uma coisa que achei interessante em Foz foi a possibilidade de pagar a conta nos restaurantes com outras moedas, e tudo já vem bem discriminado no cupom fiscal (peso argentino, guarani, dólar ou euro). Caso tenha sobrado alguma dessas moedas, tranquilamente você poderá usar nos restaurantes brasileiros para pagar a conta.

Conta no Capitão Bar: detalhe para o pagamento em outras moedas

Conta no Capitão Bar: detalhe para o pagamento em outras moedas

Acabei comprando pesos argentinos direto em Foz, optei por não fazer o câmbio no Rio pois a Kellen da agência já havia me assegurado que a cotação em Foz é mais favorável – e é mesmo. Comprei a 0,23 e a própria agência intermedia essa transação, e recompra o que sobrar no final da viagem  pela mesma cotação que você comprou (achei isso ótimo!).

Além das atrações citadas no post, existem outras como o Dreamland (Museu de Cera) localizado bem em frente ao nosso hotel, na Avenida das Cataratas. Anexo ao Museu de Cera está também o Vale dos Dinossauros, atração que deve ser bem divertida de levar crianças. Certamente se eu tivesse filhos pequenos esticaria um dia a mais para conhecer essas atrações. 🙂

Algo que vale a pena destacar no post é o preço do táxi na cidade, que é muito caro. Acabamos não pegando táxi nenhuma vez, justamente pelos preços absurdos que eles cobravam. Vale muito mais a pena contratar transfer, não só pela comodidade e conforto como também pelo preço. Além disso, nos possibilita fazer amizades, pois consequentemente conhecemos mais pessoas. 🙂

Nossa viagem contou com o apoio da CCHTour, Marco das 3 Fronteiras e Parque das Aves.

Foz do Iguaçu – CCHTour:

Endereço: Av. das Cataratas, 8173 – Foz do Iguaçu – PR.
Telefone: (45) 3027-4064