Londres

Londres – parte IV

O primeiro destino escolhido do último dia foi o Museu Britânico (British Museum). Aberto desde 1759, esse é um dos museus mais antigos do mundo, e seu acervo está composto basicamente por antiguidades procedentes da Grécia, Roma, Egito e Oriente Médio. O que mais me chamou atenção foi a zona grega, onde está uma boa parte do Parthenon, e a egípcia, com suas famosas múmias, algumas bem bizarras. Reserve pelo menos uma manhã ou uma tarde para conhecê-lo, pois é enorme e vale muito a pena ser visitado. E pra melhorar ainda mais, a entrada é gratuita. 😀 OBS: Ótima opção de museu para quem não gosta de pinturas, pois é bastante diversificado. Horário de funcionamento: Todos os dias de 10:00 às 17:30h – sexta-feira até 20:30h. Metrô: Holborn, linhas Central e Picadilly; Tottenham Court Road, linhas Northern e Central. 

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Ramses II – British Museum

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Museu Britânico

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Partes do Parthenon de Atenas

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Museu Britânico

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Múmias do Museu Britânico

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Múmia de 3.500 a.C

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=O

Curiosidade: No século XIX o lorde britânico Elgin saqueou o que conseguiu da Acrópole de Atenas e levou para Inglaterra. Desde então a Grécia tenta reaver – sem sucesso – suas peças do Parthenon. Inclusive fizeram um investimento de US$130 milhões na construção do museu arqueológico da Acrópole para receber as peças roubadas pelos britânicos (só eu fico revoltada com isso? rs).

De lá fomos almoçar no Restaurante do chef Jamie Oliver, o Jamie’s Italian (dediquei um post para falar sobre essa experiência).

Passeamos pelo bairro Covent Garden, que é um bairro bem agradável e de lá fomos para o Kensington Gardens, o preferido da Princesa Diana quando morava no Palácio, e local onde ela gostava de levar suas crianças para brincar. O local foi aberto ao público em 1841, e além do Palácio de Kensington e do Memorial da Princesa Diana estarem ali, está também a estátua de bronze dedicada a Peter Pan, uma das estátuas mais visitadas da cidade. Metrô: High Street Kensington, linhas District e Circle; Queensway, linha Central.

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Estátua do Peter Pan

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Kensington Gardens

De lá rumamos para bater perna na Picadilly Circus e ver a movimentação – que estava grande! Mulherzinhas de plantão, segui para a loja da Victoria’s Secret e me surpreendi! Que loja bonita! Deu de 10 nas lojas dos EUA. É um luxo só! Porém, como já podemos imaginar, o preço dos produtos nos EUA é um milhão de vezes mais barato que na capital britânica. Mas pra quem gosta dos produtos e admira a marca, vale a pena dar uma passadinha! 😀 Endereço: 111 New Bond Street, London.

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Regent Street

Depois de caminhar bastante pelas redondezas da Picadilly Circus, encontramos uma loja de brinquedos gigantesca (possui 7 andares!) e com muitos legos dos personagens britânicos: Rainha Elizabeth, Kate Middleton, etc. Achei um barato! Pra quem têm crianças, a loja chama-se Hamleys e fica na 88-196 Regent Street.

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Hamleys

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Olha que legal! rs

Como não poderíamos deixar de fazer, rumamos para tomar um chá das 5. E que escolha bem feita foi a Pâtisserie Valerie! O que era pra ter sido um tiro no escuro na verdade foi uma maravilha! O local era farto, atendimento rápido, ambiente agradável, bons preços, chá excelente e tortas também! Prestem atenção se pedirem um chá lá, UM chá dá tranquilamente pra duas pessoas, pois vem bastante. Na ocasião tomei um de peppermint e sem dúvidas foi um dos melhores chás que já tomei – se não o melhor. Tratando-se de chá, os ingleses dispararam na frente. Endereço: 15 Bedford Ct, London WC2E 9HE (porém, têm várias espalhadas pela cidade). Preço: 7,37£ (um chá e uma fatia de torta de morango).

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Cházinho na Patisserie Valerie

E finalmente acabava nossa estadia em Londres e seguiríamos para Bruxelas numa viagem noturna de ônibus. Para quem quiser dar uma esticadinha sem gastar muito, fomos com a empresa Megabus e pagamos apenas 12£ na passagem. 🙂

CURIOSIDADES SOBRE LONDRES

Transporte Público: Segure-se e sente-se, o preço da passagem é um verdadeiro assalto! Para turistas como eu, que usariam várias vezes por dia transporte público a melhor opção foi comprar o Travelcard de 1 dia por 8,90£ (zona 1-2, suficiente para quem vai a turismo). Porém, para quem precisa comprar somente uma passagem, a mesma custa absurdos 4,70£ pela zona 1-2 (chocante!). Imagina pra quem vai do Brasil e precisa converter real pra libra? Acho que eu jamais iria! hahaha. Em uma ocasião meu marido perdeu nossos travelcards, tivemos que comprar 4 em um só dia: 35,60£. TENSO. Outra opção de compra pra quem vai passar mais tempo é adquirir o Oyster Card, pois apesar de pagar uma taxa de 3£ para adquiri-lo, as tarifas têm preço diferenciado (no meu caso, como passaria 4 dias e precisaria de transporte ilimitado, o Travelcard foi a melhor opção custo-benefício).

Trânsito:  Caótico. Não achei eles tão educados no trânsito como eu imaginava que fossem. Apesar dos carros da cidade terem que pagar pedágio para circularem em algumas regiões (Congestion Charge), o congestionamento é grande e muito travado. Apesar do bilhete do metrô servir pro ônibus, fuja deles pra não perder tanto tempo com locomoção. Tempo é ouro!

Educação: Gente, como as pessoas são educadas em Londres! Não no sentido de hospitalidade, mas no sentido de educação mesmo. Vocês precisam ver como os funcionários dos museus chamavam atenção das pessoas que tiravam foto das obras, quando havia proibição. Quanta gentileza da parte dos funcionários! Em nenhum lugar e em nenhum momento fui tratada com grosseria, pelo contrário. Nota 10!

Plugues de tomada: A tomada na Inglaterra pode ser um pesadelo pra quem não sabe que é diferente do resto da Europa e do Brasil. Eles têm um padrão próprio e se você não comprar um adaptador, não conseguirá carregar seus eletrônicos. Porém, é muito fácil de ser encontrado. Na ocasião paguei 7,00£.

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Tomada padrão da Inglaterra

Quanto gastar: Pergunta muito curiosa, né? Isso, obviamente, vai depender dos seu estilo de viagem! Mas, no meu caso, gastei aproximadamente 80£/dia (meu marido e eu). Como tinha me programado pra gastar em média 100£, ainda saí no lucro! 😀 Porém, vale ressaltar que já viajei com as seguintes despesas pagas: hospedagem, transfer aeroporto-hotel e ingressos das atrações. Londres não é uma cidade barata, mas também não é um bicho de sete cabeças se você se planejar e souber onde ir.

Alimentação: É uma cidade com todas as gastronomias do mundo, mas o máximo com a cara de Londres que encontrará são os fish & chips, o que é um pouco muito abaixo de países como França, Grécia, Espanha, Itália, que possuem identidades gastronômicas bem mais fortes. Em Londres e de Londres, destaque para os chás.

Pubs: Apesar de ser o país dos pubs, não gostei de nenhuma cerveja inglesa que tomei. E vi muita gente optando pela Guinness (irlandesa) e pelas cervejas belgas – que merecem o meu respeito. Vale ressaltar que não sou nenhuma entendedora do assunto e que minha opinião reflete meramente o meu paladar.

Eu adorei conhecer Londres! Não acho que é o tipo de cidade que merece ser visitada apenas uma vez na vida, e achei bem legal de ser incluída para quem opta por conhecer a Europa com crianças, pois tem muitas atividades em que elas se incluem facilmente.

E vocês? O que acharam de lá?

Beijos!

Continue lendo sobre Londres: easyHotel: Boa escolha para se hospedar em Londres pagando poucoLondres – Parte I, Londres – Parte II, Londres – Parte III

Londres – parte III

Nosso 1º destino no terceiro dia foi o museu de cera Madame Tussauds. Eu já tinha ido no de Nova York e como ouvi algumas pessoas dizendo que o de Londres era ótimo e até melhor, resolvi ir. Comprei o ingresso combinado que me dava direito à London Eye + Madame Tussauds, cujos detalhes da compra descrevi em post anterior.

Eu não sei se porque eu já conhecia o de Nova York e aqueles bonecos de cera não eram tão novidades pra mim, não achei tão imperdível quanto o de NY. O museu é bem grande, mas estava tão lotado que encheu a paciência, e quase não conseguíamos ver direito sem ser empurrados pelos chineses. A parte do terror achei super fraca, e até eu que tinha medo da monga do centro Ita não fiquei assustada…hahaha. Achei o de Londres um pouco muito desorganizado. Mas pra quem nunca foi em nenhum museu de cera, com certeza vale muito a pena, pois os bonecos são impressionantemente iguais às pessoas – salvo algumas exceções. Duração do passeio: Mais de 2h. Metrô: Baker Street, linhas Jubilee, Bakerloo, Metropolitan, Hammersmith and City e Circle.

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Hermione, Hermione, Hermione, êêê!

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Whoopi Goldberg, MUITO parecida!

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Família Real: destaque para a rainha, que é MUITO parecida também!

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Angela Merkel

Uma outra opção de lazer para quem vai ao Madame Tussauds e quer aproveitar que está perto é o museu do Sherlock Holmes, na Baker St. O lugar é uma casa-museu dedicada à vida e época do famoso detetive. Preço: £8.

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Estátua dedicada a Sherlock Holmes

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Casa-museu Sherlock Holmes

Como já tínhamos passado bastante tempo num ambiente fechado, optamos por não ir e seguir em frente rumo ao Regent’s Park, que fica a 845m do Madame Tussauds. Esse é talvez o parque mais querido pelos londrinos, e é realmente uma delícia perder-se por ali. Seja para caminhar, praticar esportes, namorar, ou simplesmente sentar em alguns dos cafés que o parque tem para apreciar o ar limpo e a área verde que só esses ambientes proporcionam em meio à grandes cidades. 🙂

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Regent’s Park

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Regent’s Park

A fome já estava batendo e como era sábado, era dia de feira no Portobello Road, localizada no bairro de Notting Hill. Essa feira tem de tudo: bugiganga, antiguidades, lojas de souvenir, artesanato, porcelanas pintadas à mão, barracas de comidinhas,  até roupa que PASMEM vi uma idêntica a uma que paguei R$100 em São Paulo sendo vendida por 12£… hahaha chorei.

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Quem arrisca uma paella inglesa? rs

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Um lugar chamado Notting Hill 🙂

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Portobello

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Porcelanas *_*

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Tem como não levar souvenir? *_*

A rua da feira é uma atração à parte: cheia de casinhas coloridas com janelas azuis, amarelas, e muitos vasinhos de planta para decorá-las. Algumas pessoas ilustrem já viveram por ali, como o respeitado escritor George Orwell, autor de 1984 e Animal Farm, dois clássicos da literatura inglesa. O bairro ficou internacionalmente conhecido após o sucesso Um Lugar Chamado Notting Hill, pois é o local onde a história do filme acontece. Inclusive os fanáticos pelo filme podem visitar a livraria cujo filme foi filmado, porém eu não fui. 😀 Metrô: Notting Hill Gate. 

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Casa em que viveu George Orwell em Notting Hill

Apesar de ter muitas barraquinhas de comida, eu tentei comer um camarão empanado em uma delas, mas foi só colocar na boca e me deu  alergia… 🙁 então almocei num restaurante italiano tradicional.

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Restaurante que escolhemos comer, ambiente legal mas comida BEM marromeno… :/

De lá rumamos para as redondezas da Oxford Circus – uma verdadeira furada. Trânsito, gente esquisita, poluição e tudo o que eu não busco quando faço uma viagem de lazer. É uma área bastante comercial e com trânsito tanto na rua quanto nas calçadas. Tenso. Saí correndo de lá e entrei no primeiro pub que vi!

E então começou nosso tour nos pubs da cidade. Entrávamos em um, iamos pra outro e assim passamos o resto do (fim) do dia, até chegar no bairro de Camdem Town, conhecido como um bairro alternativo e punk. Cortado pelo Regent’s Canal, o bairro era o preferido tanto pra lazer quanto pra (sobre) viver da cantora Amy Winehouse, que apesar de eu não ser fã dela como pessoa, tinha músicas que soavam muito bem para os meus ouvidos. 🙂 E já que já estávamos lá, fomos conhecer o pub que ela mais gostava de frequentar e inclusive dar uma palinha às vezes, o The Hawley Arms: um pub confortável com decoração intimista e excelente música ambiente – recomendo MUITO. Preço da pint: por volta de 4£. Endereço2 Castlehaven Rd, London NW1 8QU, Reino Unido.

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Camden Town

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The Hawley Arms

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Viva a diversidade cultural de Camden Town!

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Camden Town

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Regent’s Canal

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Camden Town

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Camden Town

Ah, como eu gosto do verão! Já eram 21:30h e o sol ainda não havia partido! Fomos para um mercadinho às margens do canal, sentamos pra ver a vida passar e fomos embora. Pro hotel? NÃO! Fomos para um pub perto do hotel, da mesma rede do que eu tinha ido comer fish & chips no dia anterior (Wetherspoon). Porém, dessa vez optei por um bom hamburguer feito com Jack Daniel’s. Aí sim, meu dia – que havia rendido MUITO – finalmente acabara. Mas ainda tínhamos mais pra ver no outro dia e essa viagem não acabava nunca! 😀

No próximo post tem mais!

Beijos!

Continue lendo sobre Londres: Jamie’s Italian Londres, eu fui!, easyHotel: Boa opção para se hospedar em Londres pagando pouco!, Londres – Parte I, Londres – Parte II.

 

 

 

Londres – Parte II

CONTINUAÇÃO – SEGUNDO DIA EM LONDRES

No 2º dia a primeira escolha foi assistir a famosa troca da guarda do Palácio de Buckingham, que ocorre às 11:30h de maio a julho. O resto do ano ocorre de dois em dois dias, porém em dias muito chuvosos podem cancelar o evento.

A cerimônia tem a duração de aproximadamente 40 minutos, e conta com a presença da banda musical militar, e claro, dos guardas com suas roupas engraçadas elegantes. Recomendo que chegue pelo menos umas 11h, pois costuma lotar e você corre o risco de não conseguir ver nada. E  acredite, é uma bagunça! :s

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Troca da Guarda

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Troca da Guarda

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Palácio de Buckingham

Particularmente, essa atração achei meio decepcionante e não voltaria a assistir. Achei muito fraco e imaginava algo mais pomposo, assim como o Palácio. O Palácio é bonito, obviamente, mas também esperava mais. Comparações à parte, quem conhece o Palácio Real de Madrid fica decepcionado com o de Buckingham (esses espanhóis gostavam de ostentar né? rs). Vale ressaltar que a comparação é sobre a parte externa do palácio, pois a interna não entrei e imagino que deve ser belíssimo! Metrô: Green Park, linhas Jubilee, Piccadilly e Victoria. Preço: De graça.

De lá caminhamos um pouco no St James’s Park, que fica bem ao lado do Palácio. Esse é o parque real mais antigo da cidade, e aparentemente muito bem cuidado.

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St James’s Park

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Homenagem à Princesa Diana no St James’s Park

Caminhamos até chegar ao Arco de Wellington (ou da Constituição), um arco do triunfo levantado em 1825 para comemorar as vitórias britânicas nas Guerras Napoleônicas. Pegamos o metrô ali do ladinho (estação Hyde Park Corner) e seguimos para nossa próxima atração: National Gallery. 

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Arco da Constituição – já contei pra vocês que o tempo em Londres é louco?

Situada na Trafalgar Square, praça criada em 1830 em comemoração à vitória da armada britânica contra a espanhola e francesa na Batalha Trafalgar, a National Gallery é o museu mais importante da cidade e um dos mais conhecidos do mundo. O acervo do museu é composto por obras de artistas europeus do período de 1250 a 1900. A coleção permanente está composta por mais de 2.300 pinturas, entre elas obras de Rembrandt, Velázquez (amo!) e Michelangelo. Horário de funcionamento: Diariamente: 10h às 18h (sexta-feira até 21h). Metrô: Charing Cross, linhas Northern e Bakerloo; Leicester Square, linhas Northern e Picadilly. Preço: Entrada gratuita.

Gente, como pode a entrada nesse museu  (e em vários outros) ser gratuita? Fantástico! 😀

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Trafalgar Square

The National Gallery

Outra atração de graça é o Natural History Museum, um excelente museu, gigantesco e belíssimo! O museu é extremamente educativo para pessoas de todas as idades – incluindo crianças. Ah, como deve ser legal ter acesso a esses museus enquanto criança, eu – que já sou velha – adorei! Destaque para a área dos dinossauros, que é fantástica, assim como também para a sala de gemas, em que podemos admirar e conhecer mais sobre diversas pedras. O hall do museu é uma atração à parte, pois tem um enorme esqueleto de dinossauro em exposição. Além de ter muita coisa pra ver, o local é super super super interativo! E é o tipo de atração que você aprende brincando. Não poderia deixar de fazer uma breve comparação entre o Natural History Museum  de Londres com o de Nova York, o de Nova York é muito mais organizado mas não é tão interativo como o de Londres – e além do mais o de Nova York é pago e o de Londres não. Particularmente, gostei muito dos dois, mas o de Londres saiu na frente. Ponto. 😀

Dica: Se for visitar o museu durante o verão, recomendo que vá com uma roupa BEM leve. O museu não tem ar condicionado e o calor lá dentro é muito forte!

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Natural History Museum

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Natural History Museum

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Natural History Museum

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Detalhes…

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A área dos dinossauros, esse se mexia…rs

De lá segui para o London Eye, essa roda-gigante, que já foi a maior do mundo, possui 135m de altura. A roda-gigante só dá uma volta, mas suficiente pra apreciar bem a cidade, pois ela gira bem devagar: a duração é de 30 minutos. Não é uma roda-gigante como estamos acostumados a ver, ela é composta de várias cabines de vidro com capacidade para até 25 pessoas cada cabine. Não é nada barato dar essa voltinha, mas acho que vale muito a pena. Lá de cima temos uma vista muito show do Parlamento britânico e do Rio Tâmisa. Antes de entrar na roda-gigante, assista o curta em 4D que mostra a cidade de Londres, achei bem legalzinho. Se além de ir no London Eye, estiver pensando em visitar o Madame Tussauds, recomendo que compre o ingresso combinado. Preço: £39,00 pelo combinado London Eye + Madame Tussauds. Compre online aqui para evitar filas. Metrô: Westminster (linhas Circle, Center e Jubilee) e Waterloo (linhas Bakerloo, Jubilee, Northern e Waterloo & City). OBS: A roda-gigante funciona de segunda à segunda.

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Fim da tarde no Big Ben, em frente à London Eye

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Vista do alto da London Eye

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Vista do alto da London Eye

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Parquinho

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Vista do alto da London Eye

Como já estava escurecendo fomos em busca de um pub e atrás de um lugar para comer um fish & chips (prato digamos que “típico” de lá). O fish & chips nada mais é do que um peixinho frito com batata frita, ervilhas e molho tártaro. Até que me dei bem! Estava bom tanto o ambiente quanto a comida, recomendo! Chama-se The Lord Moon of the Mall, um pub bem aconchegante, bonito, e além disso, com boas opções. Fui na unidade de perto da Trafalgar Square, na Whitehall St.

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Onde comer fish & chips? The Lord Moon of the Mall

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Menú

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O famoso fish & chips

Meu marido pediu um prato só pra ele e eu dividi um com o Marcelo, pois não estava com muita fome. Meu marido e eu gastamos aproximadamente £19,00. 🙂

No próximo post conto mais sobre as principais atrações do terceiro dia.

Beijos!

Continue lendo sobre Londres: Londres – Parte I – 1 dia em Londres, Jamie’s Italian, Londres: eu fui!, easyHotel: Boa escolha para se hospedar em Londres pagando pouco

Londres parte I – 1 dia em Londres

Discorrer sobre Londres é um daqueles posts que a gente fica adiando, adiando, sem saber por onde começar. Tão difícil quanto escolher quantos dias passar na cidade, que tem tanta coisa pra ver – no nosso caso optamos por passar quatro dias. Podem me criticar, bater, xingar, mas Londres me lembrou um pouco Nova York, talvez pela semelhança em muitas das atrações que tem na cidade, pelo tipo de gente que a frequenta, pelos seus moradores, pelos altos preços. Não consegui definir exatamente, mas me lembrou. Mas que fique claro desde o primeiro parágrafo que meu amor pela big apple continua inabalável. 😀

Comprei minha passagem no site da Ryanair por simbólicos 29,oo€ (já contei pra vocês que adoro a Ryanair? kkk). Desembarquei no aeroporto Stansted e em outro post falei sobre como cheguei ao hotel desde o aeroporto, assim como contei sobre minha opção de hospedagem na cidade.

Vou dividir meus posts sobre Londres para que não fique muito cansativo.

Imigração em Londres

Esse assunto que descabela várias pessoas na verdade não deveria descabelar tanto assim. Se você estiver com tudo certinho, não tem porque se preocupar. Logo antes de entrar na fila você verá um balcão para que preencha um pequeno formulário com seus dados pessoais e de estadia na cidade, como já podemos imaginar, é necessário que seja preenchido em inglês.

Importante: Brasileiros que vão para a Inglaterra a turismo ou para estudo (até 6 meses) não necessitam de visto. Para situações diferentes destas, verifique se é preciso visto diretamente no site do governo do Reino Unido. 

Após preencher o formulário siga para a fila e REZE pra não mofar muito. COMO DEMORA a fila. Passei uma hora em pé esperando a minha vez, e o impressionante é que nem tinha tanta gente assim que justificasse a longa espera. Porém, notei que muitas pessoas não levam a documentação solicitada (passagem de volta, comprovante de reserva de hotel, etc.) e os agentes obviamente “enrolam” as pessoas e as detonam com perguntas (na minha opinião, essas pessoas merecem!).

Depois de uma longa espera, chegou a minha vez. O agente foi super simpático e fez perguntas breves como “em que cidade você mora?”,  “qual o motivo da sua viagem?’, “quais atrações pretende conhecer em Londres?’. JURO. Ele só perguntou isso e me desejou boa estadia. 😀

Vale ressaltar que se ele me detonasse com perguntas e solicitações, eu tinha toda documentação devidamente separadinha: dinheiro em espécie, cartão de crédito internacional, seguro de viagem internacional, passagem de volta, reserva de hotel, ingressos das atrações a serem visitadas, passaporte em dia e NIE (RG espanhol). Faça isso também e não faça da imigração um pesadelo.

O que fazer em Londres

O primeiro destino de passeio escolhido foi a Tower of London, cujo ingresso compramos antecipadamente e era necessário agendar data de ida no momento da compra. Prestem atenção no momento em que forem comprar, pois somos visivelmente induzidos a darmos uma doação de £2,50, além de pagar pelo valor do ingresso, de £21,50. Caso não queira doar essa quantia pra realeza britânica, clique em “remove the voluntary donation from your ticket price”, que aparece bem no fim da página. Para comprar entradas, clique aqui.

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Tower of London

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Tower of London

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Tower of London – fila pra ver as jóias da realeza

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Finalmente entrando!

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Torre da tortura: onde os presos eram torturados :/

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Não adianta mexer com eles, eles nem piscam! rs

Por mais de 900 anos a Torre de Londres foi sinônimo de terror, pois era o local em que as pessoas que ofendiam a realeza eram presas, torturadas e mortas. Alguns conseguiam sair com vida, mas a grande maioria não. Uma das maiores atrações da Torre de Londres são as jóias da coroa, composta por jóias e espadas de valor inestimável. Não é permitido fotografar. 🙁

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Tower of London vista de fora

Outra atração é a Capela Real de São Pedro e Vincula (Chapel Royal of St Peter and Vincula): Construída em 1520, a capela da torre é o lugar em que se conservam os restos dos prisioneros mais famosos que foram executados lá. 

Eu não gostei muito de conhecer essa atração e confesso que fiquei até decepcionada. Numa nota de 0 a 10, daria 4. Acho que fui com muita sede ao pote e me dei mal…rs. A expectativa era bem grande e eu sinceramente não achei tão imperdível ver as jóias da coroa (sorry, Queen Elizabeth).  Metrô: Tower Hill.

De lá seguimos para olhar a belíssima Tower Bridge, que fica bem ao lado da Tower of London, sobre o Rio Tâmisa. Essa magnífica ponte terminou de ser construída em 1894 e é um dos principais símbolos da cidade. Para os curiosos de plantão, é possível visitar a exposição em que conta a história de sua construção. Preço: £8. 

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Tower Bridge

De lá rumamos para olhar a torre e o relógio mais famoso do mundo, o Big Ben. Situado no Parlamento Britânico, o relógio é um dos mais resistentes que existem, pois suporta intempéries e suportou até bombardeios alemães durante a II Guerra Mundial, mantendo-se intacto. Na realidade Big Ben é o sino que está dentro da torre, ainda que essa torre seja mundialmente conhecida como o Big Ben. É lindo gente, tanto de dia quanto de noite, belo e suntuoso!

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Sim, em Londres às vezes não chove! 😀

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Big Ben

Continuando o nosso percurso demos uma boa caminhada às margens do Rio Tâmisa (quem tá com pressa?) com destino à Catedral de São Paulo (St Paul’s Cathedral). Essa igreja é imperdível de ser conhecida, pois é a segunda maior do mundo, ficando atrás somente da Santa Sé, no Vaticano. Nela ocorreram importantes acontecimentos de pessoas ilustres da Inglaterra, como o funeral de Winston Churchill e o casamento do Príncipe Charles com a  Princesa Diana (outro funeral?), e não é pra menos, a igreja é realmente belíssima. Preço adultos: £16. Dica importante: Se você visitar a igreja às 17h não paga NADA, pois a mesma está aberta para a missa – claro que eu economizei essas libras. Infelizmente não é permitido fotografar algumas partes do interior da Catedral. Metrô: St Paul’s, linha Central.

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E no passeio pelo Tâmisa, uma paradinha pra fotos! 🙂

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St Paul’s Cathedral

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Não é permitido fotografar a cúpula e o altar, e são lindos 🙁

De lá partimos andando para conhecer um legítimo pub londrino, e não poderíamos ter escolhido melhor que o White Hart Pub, o pub que tem o alvará de funcionamento mais antigo da cidade, datado de 1216. Porém, ao contrário do que você pode imaginar, o ambiente não é uma velharia repleta de mofo e paredes antigas, pois passou por uma longa reforma no ano de 2003 que pouco deixou suas antigas características. Gostei do atendimento da casa, do ambiente e do clima. Da cerveja, bem… não curti quase nenhuma cerveja inglesa (mas pelo menos tentei!). Preço da pint: A partir de  £4. Metrô: Holborn (Piccadilly e Central Lines).

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White Hart

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O ambiente: Quando cheguei estava lotado na frente, mas dentro não. Quando fui embora já estava bombando…

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A foto não tá legal, mas dá pra vocês verem mais ou menos quanto custam as coisas lá…

De lá, ainda com nossas perninhas, seguimos para as redondezas da famosa praça Piccadilly Circus e claro, aproveitamos para comer alguma coisa. A Picadilly Circus é uma praça SUPER cool, rodeada por vários bares, cinemas, teatros e propagandas em telões de led (como os da Times Square, mas em proporções bem menores). Bom demais perambular por ali, e de preferência sentar em algum dos diversos bares/restaurantes pra olhar a multidão passar. Na ocasião, comemos na Pizza Hut que fica bem ali na praça mesmo, e definitivamente a Pizza Hut de Londres é MUITO diferente da do Brasil (pra pior). A massa é super fina e sem graça, não recomendo e não voltaria.

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Chinatown

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No caminho da Piccadilly Circus…

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Piccadilly Circus

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Piccadilly Circus escurecendo…

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Se for converter… mais de R$100 por uma pizza ruim de tamanho médio + 1 refrigerante + 1 coca-cola + gorjeta. Tenso né?

De lá nossas perninhas não aguentavam mais e seguimos para o hotel. O nosso “1 dia em Londres” havia rendido muito e ainda tínhamos muito para conhecer.

No próximo post tem mais!

Beijos!

Para ler mais sobre Londres: Jamie’s Italian, Londres: eu fui!, easyHotel Londres – boa opção para se hospedar em Londres gastando pouco 

easyHotel: Boa escolha para se hospedar em Londres pagando pouco

Confesso que fiz a reserva no easyHotel “no escuro” e estava com MUITO medo dele ser ruim e termos problemas com nossa estadia. Porém, para minha surpresa, a expectativa ruim transformou-se em motivo para fazer um review completo sobre minha hospedagem. 🙂

Para aqueles mochileiros não tão mochileiros assim (como eu!), que não abrem mão de banheiro privado, abominam logo de cara a ideia de compartilhar quarto, fazem questão de um quarto limpinho e localização pelo menos razoável, esse hotel atende os requisitos. Os hotéis da rede easyHotel são conhecidos por oferecerem hospedagem econômica, serviço simples e ganham muito com os extras cobrados além das diárias, tais como: limpeza no quarto, troca de toalhas, wifi no quarto, etc. É isso mesmo, para que façam uma simples limpeza no quarto é necessário pagar alguns eurinhos ou librinhas a mais – eu paguei e não vi problema nisso, pois já fui ciente de como funciona: “pegou, pagou”. O curioso é que o hotel não aceita dinheiro em espécie, então qualquer extra que você adquirir, será preciso que você mesmo pague de forma online com seu cartão (tem wifi gratuito na recepção).

O local fica localizado em uma área boa da cidade, próximo a dois metrôs (Old Street e Barbican), a 1,6km da St Paul’s Catedral, 3km da Tower of London, possui várias opções pra comer nas redondezas, pubs, supermercado 24h, e transfer da easyBus com desembarque a alguns metros do hotel (na Old Street)  pra quem vem do aeroporto Stansted.

O check-in no hotel, diferentemente dos demais, é às 15h, e o check-out às 10h. Caso queira late check-out ou early check-in, paga-se uma taxa extra. Eu não adquiri esse extra, apenas a limpeza no quarto e armazenamento de bagagem, que custaram £8,05 e £3,05, respectivamente. No último dia precisei guardar a bagagem novamente e guardaram sem cobrar.

Quando fiz a reserva, fiz a reserva do quarto triplo – sem janela. SIM, se você quiser um quarto com janela é preciso desembolsar umas libras a mais. Porém, mesmo tendo reservado e pago um sem janela, nos deram um quarto com. Tivemos sorte… 🙂

Não ouvimos barulho dos corredores e outros quartos e conseguimos ter umas boas noites de sono, sem quaisquer problemas. Preço da diária no quarto triplo: £48,33, fora os extras citados acima.

OBS: Em Londres têm 7 hotéis da rede easyHotel, porém a minha opinião reflete minha hospedagem especificamente no Old St/Barbican. Os outros hotéis da rede na cidade não conheço e não sei se são bons.

Sobre o quarto no easyHotel

Eu tinha lido uns reviews de outros hóspedes que reclamaram do tamanho do quarto, que mal dava pra abrir a mala, que mal dava pra se mexer, etc. Eu não vi NADA disso. O quarto realmente não é grande, mas é suficiente pra você abrir sua mala SIM, dá pra se mexer SIM, etc. O quarto não tem luxo algum, mas supõe-se que quem se hospeda lá não espera por isso. Os lençóis eram bem macios, limpos, a cama super confortável e aparentemente nova, o ar condicionado também pareceu ser novo e funcionou muito bem. E isso é tudo que tem no quarto: uma cama de casal, uma cama de solteiro e um ar condicionado. Simples, limpo, confortável e barato, uma combinação perfeita para quem busca um lugar pra dormir – combinação essa quase impossível de se encontrar em Londres.

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easyHotel

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easyHotel – quarto triplo

Sobre o banheiro

O banheiro é pequeno e diferente do que estamos acostumados. Possui um vaso sanitário, uma pia pequena, um grande espelho na parede e a ducha de banho, porém não tem box, apenas uma cortina, que faz com que quando tome banho molhe tudo – e confesso que por esse motivo paguei umas libras a mais pela limpeza do quarto. Porém, apesar desse contratempo, o banheiro era super limpo e não tivemos problema.

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Banheiro

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Banheiro

Como chegar no hotel desde Stansted Airport

Desembarcamos no Aeroporto Stansted, que fica a 53km do hotel, e optamos por reservar o transfer da easyBus, que é do mesmo grupo dos hotéis easyHotel e da companhia aérea low cost easyJet.

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easyBus

Ao desembarcar do aeroporto, desça as escadas e vá para o terminal de ônibus, a van parte da plataforma 10.

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Terminal de ônibus do Aeroporto Stansted

Ao comprar a passagem do transfer, é necessário indicar o horário da partida. Como demoramos mais do que o previsto na imigração, acabamos perdendo nossa van e pegamos a próxima. No próprio bilhete está escrito que se você perder o transporte na hora indicada, tem até uma hora pra pegar outro sem custo adicional – mediante disponibilidade de assentos.

Como é uma van, se você for com muitas malas talvez não seja uma boa opção, pois tem somente um pequeno suporte pra bagagem. Mas como eu levei apenas uma mochila, sem problemas.

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easyBus

O transfer de ida custou £7,16 e foi sem dúvidas a opção mais cômoda e mais barata que encontrei. Em pouco mais de uma hora desembarquei no meu destino final: Old Street. O hotel está localizado a poucos metros do desembarque e bem ao lado de uma estação de metrô (estação Old Street). Para comprar a passagem do transfer, clique aqui.

Minha surpresa foi boa tanto do hotel quanto do transfer, e em breve voarei com a companhia aérea easyJet pela primeira vez e volto aqui pra contar para vocês. Até então, tudo aprovado! 🙂

Beijos!

Jamie’s Italian, Londres: eu fui!

Sempre gostei de assistir os vídeos do Jamie Oliver, chef de cozinha britânico, apresentador de TV e proprietário do restaurante em questão. Pra quem não sabe,  Jamie Oliver trabalha na área de gastronomia desde os 7 anos de idade, quando trabalhava na cozinha de um pub de sua família. E daí não parou de aprender, crescer e formar novos chefs pelo mundo. Durante minha estadia em Londres claro que não poderia deixar de conhecer um de seus restaurantes e provar suas receitas. 🙂

O escolhido foi o Jamie’s Italian, de Covent Garden, mas além desse o chef possui outros restaurantes como Fifteen, Barbecoa, Jamie’s Oliver Diner e Union Jacks. O Jamie’s Italian não é um restaurante de luxo, é apenas bonitinho e com atendimento eficiente. Escolhemos ir no almoço, não enfrentamos fila e o atendimento em geral foi bastante ágil. Se preferir não correr o risco de enfrentar fila, sugiro que faça uma reserva online clicando aqui.

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Pedimos uma polenta de entrada que na verdade nem cheguei a ver no cardápio, mas vi sendo servida na mesa ao lado e pedi igual, pois estava bem bonito (sim, sou do tipo que come com os olhos!). Chegou em poucos minutos, estava com boa aparência e servia bem duas pessoas. O sabor era bom também, não muito oleoso e servido bem quentinho.

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Polenta Chips

Os pratos principais são servidos de duas formas no cardápio: um valor X para a porção inteira (indicado pra quem não comeu nada de entrada) e um valor Y para meia porção (indicado pra quem comeu entrada). Meu marido e eu pedimos meia porção e ficamos bastante satisfeitos, mas meu amigo, que não comeu entrada alguma, preferiu pedir uma porção inteira – que também foi suficiente.

Meu marido pediu uma massa com almôndegas, que reclamou que estava sem sal – nosso amigo pediu o mesmo prato e também se deu mal, o prato chamava-se Meatball Reginette (anotem!). Eu me dei bem 🙂 , pedi um penne carbonara que estava uma delícia! Realmente bom! Mas sabe quando a comida é boa mas não excepcional? Pois é.

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Penne carbonara

No restaurante tem uma área pequena com alguns produtos pra vender da linha do Jamie Oliver, que não pareceram ser somente coisas bonitinhas, pareciam ser de qualidade. Eu mesma possuo um jogo de panelas dele e não troco por outro.

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Comprinhas no Jamie’s Italian

No final das contas gostei de ter conhecido o local e voltaria com certeza, pois não achei caro e foge um pouquinho dos fish & chips britânico. Nossa conta deu 36,80 libras, fora a gorjeta, que demos 10% (detalhe como os ingleses fazem questão de frisar que a gorjeta não está inclusa…rs).

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Total gasto em reais na cotação de hoje (com gorjeta): R$154,68

Jamie’s Italian no Brasil?

Não necessariamente será a mesma rede especializada em comida italiana, mas o chefe desembarcará no bairro de Itaim, em São Paulo, no início de 2015. Quem tem vontade de conhecer suas receitas não precisará mais ir tão longe. 🙂

E vocês? Já comeram em algum restaurante da rede?

Beijos!